E a Bola de Jogo Vai Para…: NFL 2015 Week 1

Paulo Pereira 15 de Setembro de 2015 Análise Jogos NFL, NFL Comentários Desligados
Marcus Mariotta

E a Bola de Jogo Vai Para…

Packers, 31 @ Bears, 23

James Jones. Sem Jordy Nelson, os Packers pareciam estar metidos num problema. Mas o regresso do filho pródigo, depois de um ano em Oakland, resolveu a baixa por lesão de Nelson. James Jones tornou-se a figura maior no embate contra os rivais de divisão, mostrando enorme disponibilidade e tornando-se, face ao ar combalido de Randall Cobb (a contas com uma lesão no ombro), o alvo predilecto de Aaron Rodgers. Jones agradeceu a 2ª oportunidade na cidade com dois touchdowns de difícil execução técnica. O melhor que se pode dizer do wide receiver é que ele jogou como se nunca tivesse saído da equipa.

Matt Forte – Quase a atingir os 30 anos, Matt Forte dilacerou a defesa dos Packers na primeira parte, obtendo mais de 100 jardas. Num embate equilibrado, onde os Bears mostraram resiliência, a forte presença do jogo corrido permitiu erradicar grande parte dos erros no jogo aéreo, evitando uma sobre-exposição de Cutler. Forte terminou a partida com 24 corridas, 141 jardas e um TD, mostrando que, independentemente da idade, mantém a mesma qualidade.

Chiefs, 27 @ Texans, 20

Alex Smith. Numa belíssima exibição da equipa de Kansas, alguns nomes sobressaíram, mas o mais mediático foi o quarterback Alex Smith. Depois de um ano inteiro sem que o ataque desse mostras de grande poder de explosão, as big plays avolumaram-se e foi notória a sincronia e empatia de Smith com Travis Kelce, com quem combinou num TD de 42 jardas, a abrir as hostilidades. Smith não se limitou a isso, manobrando sempre de forma efectiva o ataque, acabando com um 22 em 33, 243 jardas e 3 passes para TD (dois para Kelce e um para Jamaal Charles), afastando também o estigma de que é um mero game manager, sem braço para lançar downfield. Alex Smith fê-lo, várias vezes, com precisão e usando o novo”brinquedo” que lhe deram, chamado Jeremy Maclin.
JJ Watt – Apetece gritar “ARRANJEM UMA EQUIPA PARA ELE”. O ele é JJ Watt. E custa ver o talento do defensive end perdido numa equipa que, a nível de ataque, roçou a mediocridade, cometendo erros atrás de erros. Watt foi efectivo, como sempre, num estilo de jogar que faz da tenacidade o seu melhor aliado. 9 tackles, 6 tackles for loss, impiedoso contra o jogo corrido e 2 sacks, são demonstrativos da versatilidade do jogador, que tanto funciona como run stopper para, depois, atacar de forma feroz o pocket. Impressionante o seu primeiro sack, vencendo a dura oposição do right tackle, que lhe arrancou o capacete da cabeça, algo que não o impediu de perseguir e caçar Alex Smith. Parece um animal feroz esfaimado. Conseguirá a sua 3ª temporada com pelo menos 20 sacks?

Browns, 10 @ Jets, 31

Brandon Marshall. Gostei dos Jets. De quase tudo. Mas, numa tarde em que podem ter perdido Antonio Cromartie, no que constituirá uma grande baixa, foi o ataque que revelou qualidade, muito acima de 2014. A vinda de Brandon Marshall foi crucial. O receiver não é veloz, mas é físico e desafia qualquer adversário, em qualquer catch. Ele e Chris Ivory foram o rosto do sucesso, com o running back – e mais os seus backups – a conseguirem instalar um ground game que evitou o recurso acentuado ao jogo de passe. Quando foi necessário, estava lá Marshall. A motivação do jogador é inquestionável, mas a sua reacção à intercepção de Ryan Fitzpatrick, por Tashaun Gipson, foi o momento do jogo, pela importância que teve. Os Browns venciam e o quarterback dos Jets disparou para o fundo do campo. Gipson, saindo da posição de safety, leu bem a jogada e interceptou a bola. Quando procurava ganhar jardas, Brandon Marshall interpôs-se e, num movimento espantoso, provocou um fumble, recuperado por ele. De uma INT os Jets passaram para um ganho enorme. A isso Marshall juntou mais algumas recepções, uma delas para TD, mesmo marcado por Joe Haden. Grande jogo!

Travis Benjamin – Foi um dos destaques da preseason e foi também o elemento mais produtivo num ataque em que quase nada correu bem. Benjamin ainda deu esperanças, quando respondeu ao lançamento de Johnny Manziel de forma sublime, num touchdown de 54 jardas. O 7-0 no marcador foi sol de pouca dura. Depois disso a OL dos Browns esteve sempre sob cerco e Manziel enredou-se em erros primários, raramente conseguindo fazer algo no jogo aéreo. Quem se ressentiu disso foi Benjamin, mesmo assim o mais prolífico receiver, com 3 catches e 89 jardas.

Colts, 14 @ Bills, 27

Tyrod Taylor. Who else? Taylor parece ser um segredo bem guardado, um jogador que, num ápice, começa a coleccionar cabeçalhos elogiosos. Fortemente apoiado por Rex Ryan, que o preferiu para a titularidade em detrimento de Matt Cassell e EJ Manuel, Taylor foi um dual-threat quarterback, que energizou o ataque e conseguiu vencer a oposição de uma equipa tida como forte candidata ao título. 14 em 19, 195 jardas e um passe para TD. E que passe, num lançamento estilo “arco-íris” downfield, para Percy Harvin receber na end zone. Taylor, se procurou evitar os erros grosseiros, tendo como principal aliado um jogo corrido consistente, nunca se inibiu de lançar, mesmo contra oposição. E, quando foi necessário, provou que pode fazer mossa com os pés, como naquele magnífico scramble de 31 jardas, num thrid down.

TY Hilton – Com uma OL sempre pressionada, que foi incapaz de dar segurança a Andrew Luck, nenhum dos sonantes reforços dos Colts sobressaiu. Frank Gore foi pedestre, tendo inclusive saído do jogo queixoso. Andre Johnson não se tornou ainda a referência no jogo aéreo. Coube a TY Hilton resgatar um pouco da honra da franquia, que estava a ser batida sem apelo nem agravo. O receiver, conhecido pela sua velocidade, apareceu em todo o lado, recebendo 7 passes para 88 jardas. E só não passou a marca das 100 por se ter lesionado, com gravidade ainda desconhecida.

Ravens, 13 @ Broncos, 19

Brandon McManus. Alguns jogadores da franquia de Denver podiam estar aqui, neste prémio virtual que os torna MVP da equipa. Como Darian Stewart, free safety que foi dispensado…pelos Ravens. É dele a providencial jogada, nos últimos 30 segundos, que impediu o TE Gilmore de receber a bola, na end zone. Um passe defendido, numa posição acrobática e contra um jogador bem mais alto do que ele. Mas, por uma vez, vamos dar a ribalta a alguém que tem o crucial papel de entrar, chutar e marcar. McManus não tremeu, quando chamado à acção, nem se inibiu com as distâncias. Foram 4 field goals marcados, em igual número de tentativas. Sem vacilar, de 57, 56, 43 e 33 jardas. Perna firme!

Eugene Monroe. O left tackle dos Ravens aparece aqui apenas porque a sua saída, por lesão, desnudou por completo a OL, depois incapaz de suster o pass rush dos Broncos. Num jogo em que não existiu qualquer touchdown ofensivo, revelador da forma inspirada como as defesas jogaram, a lesão de Monroe obrigou à entrada de Ricky Wagner e, mais tarde, de James Hurst. E ambos foram horríveis, sistematicamente batidos, não dando tempo a Joe Flacco para encontrar um alvo. Só para se ter uma ideia, Flacco foi pressionado em 22 dos seus 34 dropbacks, o que influenciou o seu jogo e as suas pobres estatísticas.

Dolphins, 17 @ Redskins, 10

Jarvis Landry. Diz, quem o conhece há mais tempo, que formou uma dupla fenomenal na universidade de LSU com Odell Beckham Jr. Vê-se e acredita-se. Landry é explosivo, veloz, irrequieto, difícil de ser marcado. Num jogo pejado de penalidades e onde as defesas se foram sobrepondo aos ataques, uma quota-parte do triunfo deve ser imputada ao 2º anista. Landry conseguiu 8 recepções (máximo da equipa), dando sempre uma válvula de segurança a Ryan Tannehill no jogo aéreo, obtendo 53 jardas, mas foi na participação no special team que marcou a diferença. Aí, Landry mostrou a sua faceta explosiva, num retorno a um punt que transformou numa correria de 69 jardas, para o touchdown que acabou por dar o triunfo à equipa de Miami. Deixou água na boca para a temporada!
Alfred Morris. Mais do mesmo. Um cavalo de trabalho, naquele estilo furão, quebrando tackles, adicionando jardas, sempre em esforço. Morris é o melhor amigo de um quarterback que se esteja a tentar impôr, como é o caso de Kirk Cousins. Perante uma defesa de betão, quer apresentava à cabeça Ndamukong Suh, Morris nunca titubeou nos esforços, correndo 25 vezes e obtendo 121 jardas. Contra o front 4 dos Dolphins, é obra. Morris é um corredor paciente, que espera que os bloqueios surjam, atacando a linha de scrimmage com visão e efectividade. Um bom jogo do running back, que poderá ser importante nesta fase de transição pós RG3.

Steelers, 21 @ Patriots, 28

Rob Gronkowski.  Nem é uma questão de ame-se ou odeie-se, mas ninguém fica indiferente ao tight end dos Patriots. Talvez seja pelo seu ar folgazão, naquele misto de adolescente traquinas, de carácter manhoso, mas coração bondoso. Ou o seu eterno sorriso rasgado no rosto, que lhe confere um toque de humor involuntário. Ou a sua forma mecânica e pouco convencional de correr. Gronk, como é carinhosamente conhecido, é mais do que um mero jogador de futebol. É o poster boy da nossa infância, o ídolo que veneramos às escondidas, esperando ser como ele, quando crescermos. É o namorado perfeito, por quem suspiram adolescentes, trintonas à beira de um ataque de nervos ou mesmo donas de casa com vidas enfadonhas. Mas nada disso o resume. Gronk é um animal. Uma besta intratável dentro de campo. Um pesadelo de proporções inimagináveis para os adversários. Imparável, dono de um físico de vilão num qualquer comic, desbrava jardas de forma contínua e é mais do que uma válvula de segurança para o seu quarterback. No centro do terreno, ou usando  a seam route, para desbaratar a marcação de linebackers ou safeties, Gronk foi a estrela maior do jogo inaugural da temporada. Soberbo nas recepções, capaz de capitalizar os lances com ganhos ainda maiores, fruto da sua insuspeita agilidade, marcou 3 touchdowns e foi sempre um quebra-cabeças insolúvel. Mais do que ser protagonista, algo que ele nunca almejou, foi solidário, como no lance do fumble de Dion Lewis, que podia ter sido um ponto de viragem no jogo, recuperando a bola de forma acrobática.

Antonio Brown. 33. Não, não é a idade do wide receiver dos Steelers. Ou, sequer, o seu número na camisola. É o número de jogos, CONSECUTIVOS, em que ele obtém pelo menos 5 catches e 50 jardas. NO MÍNIMO. E as maiúsculas servem para frisar o feito. São 33 jogos. And counting. Contra os Patriots, agora sem Revis e Browner, as dores da secundária para o parar foram constantes. E infrutíferas. Foi, para bem da franquia de Boston, um conto de um homem só. Ou dois, se lhe juntarmos o gunslinger Roethlisberger. O duo conseguiu manter, dentro do possível, a equipa em jogo, explorando as debilidades e usando sempre o outside. Aí, colado à linha, com a sua velocidade, Antonio Brown mostra porque é um atleta de elite. Independentemente do marcador directo – Malcom Butler, o herói do último Super Bowl, foi impotente a maior parte do tempo – Brown fez miséria e coleccionou jardas. Foram 9 recepções, 133 jardas e 1 touchdown, já no garbage time.

Titans, 42 @ Buccanneers, 14

Marcus Mariota.  Pela primeira vez a história via um confronto, no jogo inaugural, entre a pick nº 1 e a 2 do draft. E, pela primeira vez na história da competição, um quarterback rookie lançou 4 touchdowns, até ao intervalo. Mariota não tomou a liga de assalto, nem foi deslumbrante na sua estreia. Mas foi efectivo, com um game plan que o protegeu e evitou a grandes exposições. A OL fez a sua parte, protegendo-o e dando-lhe as condições necessárias para lançar. Ele fê-lo, mostrando não ter receio de lançar para o meio do campo. Aliás, essa foi a sua principal força, passando para 3 dos seus 4 TDs usando as crossing routes dos seus alvos. Sereno, não fugindo do pocket, mesmo perante a vaga de atacantes, Mariota soube gerir o jogo, com um novo e importante aliado: Bishop Sankey. Num triunfo categórico, uma palavra final para o papel da defesa, onde Zach Brown, Derrick Morgan e Jurrell Casey foram imperiais.

Austin Seferian-Jenkins. Jameis Winston desiludiu fortemente no seu jogo inaugural, mostrando a faceta de 2014 quando, ao comando dos Seminoles, revelou um decision making questionável. Os Bucs terão que improvisar um plano melhor, como forma de proteger o seu QB, evitando a necessidade deste de “fazer acontecer”. Para isso, o jogo corrido terá que ser mais efectivo, se bem que Doug Martin tenha obtido algumas corridas sólidas. Mas, para já, os alvos parecem estar lá, para facilitar a tarefa de crescimento de Winston. Como Austin Seferian-Jenkins que, finalmente, começa a demonstrar os elogios com que o cumulavam no College. Fisicamente, o TE é um freak, capaz de desafiar safeties e lienbackers, como ficou demonstrado no seu 2º TD do jogo, desenvencilhando-se de 2 tackles para correr livre para a end zone. Terminou o jogo com 4 recepções, 110 jardas e 2 scores. Foi um raio de esperança, num cenário negro em Tampa.

Saints, 19 @ Cardinals, 31

Carson Palmer.  Velhos? Velhos são os trapos. O quarterback dos Cardinals provou que mantém as suas skills intactas, sobressaindo num jogo intenso, repleto de big plays, contra os Saints. As equipas de Bruce Arians são conhecidas pelo seu vertical attack, com o veterano treinador a criar condições para que os seus quarterbacks explorem as rotas longas, sem medo de atirarem downfield. Nesse quesito, Palmer não esteve inspirado, conseguindo apenas uma em seis depp balls. Mas o reportório do veterano não se limita a esse tipo de disparos. Nas rotas intermédias (entre as 10 e as 19 jardas), Palmer fez estrago, explorando as armas à sua disposição. Com a depth chart a abarrotar de tight ends (Troy Nicklas, Joseph Fauria, Daniel Fells e Jermaine Gresham) e com as criativas packages que o ataque tinha, o QB foi-se divertindo, passando e tornando a passar. Foram 19 em 32, 307 jardas e 3 touchdowns, demonstrando que continua a confiar plenamente em Larry Fitzgerald, em quem apostou em vários third downs importantes. Pena que só exista uma game ball por equipa, porque o jogo esforçado, dinâmico e all over the field de Tyrann Matthieu também merecia reconhecimento público.

Zach Strief. Cameron Jordan e Kenny Vaccaro deram o mote, na defesa, elevando claramente o jogo da unidade que, na maioria do tempo de jogo, conseguiu emparelhar com o ataque dos Cardinals. Mas foi na OL, sobretudo no lado direito (com Strief e o guard Jahri Evans), que manteve a folha limpa e permitiu que Drew Brees criasse alguns momentos de magia. Zero sacks e pressões, com a dupla a dar um claro sinal de que, ao longo da competição, a linha ofensiva não será uma casualidade. Mas, se o pass protection funcionou na perfeição (e refiro-me apenas ao lado direito da OL), há que rever a posição como run blockers, de forma a tornar mais efectivo o jogo corrido. Bom jogo de Mark Ingram, esforçado no solo, mas obtendo maior efectividade fora do backfield.

Seahawks, 31 @ Rams, 34

Tyler Lockett.  O rookie deu seguimento à belíssima preseason que efectuou, mostrando enorme disponibilidade, participando de forma activa no jogo aéreo (4 catches e 34 jardas) e no special team. E aí foi novamente crucial, fazendo uso da sua velocidade, retornando para touchdown um punt de 57 jardas. Lockett é aquilo que os Seahawks imaginaram

Nick Foles. Debaixo de fogo na maior parte do jogo, sob o manto de desconfiança, depois da sua troca por Sam Bradford, Foles foi resiliente, mesmo quando o jogo não lhe corria de feição. Pressionado no pocket, importunado pelo agressivo pass rush dos Seahawks, Foles foi conseguindo aparar golpe atrás de golpe, conseguindo manter os Rams na corrida. E, quando tudo parecia perdido, foi duma frieza tremenda. A poucos minutos do fim, Cary Williams surgiu numa blitz, apanhando o quarterback de costas e conseguindo um strip fumble, retornado para TD. Parecia que, neste confronto divisional cheio de bad blood, a equipa vinda de Seattle levaria o triunfo. Mas Foles foi cirúrgico na drive seguinte, percorrendo 87 jardas até conseguir empatar a contenda, ao encontrar Lance Kendricks (curiosamente marcado pelo mesmo Cary Williams) no outside. Depois, no prolongamento, Foles soube gerir a drive, metendo Greg Zurlein numa boa posição para o field goal que se revelou decisivo. 18 em 27, 297 jardas, um passe para TD e um touchdown corrido. Um belo cartão de apresentação ao público de Saint Louis.

Lions, 28 @ Chargers, 33

Keenan Allen.  Career Day. E que dia. Que jogo. O wide receiver foi instrumental no comeback dos Chargers, depois do lento início de jogo, que os penalizou com um 21-3 que parecia irrecuperável. Parecia, mas não foi. Phillip Rivers, com o seu reportório de screens e short passes, foi desfazendo a defensiva adversária, aproveitando a mobilidade dos seus alvos. Allen, 15 recepções e 166 jardas, foi precioso no centro do campo, usando regularmente a shallow crossing route, para ganhar jardas e movimentar o ataque. Uma e outra vez, sempre bem acompanhado na dinâmica por um rejuvenescido Stevie Johnson e por um Ladarius Webb que conseguiu fazer esquecer Antonio Gate (castigado 4 jogos). O ataque de San Diego mostrou credenciais que chegam para sustentar a sua candidatura à divisão. O resto, logo se vê.

Ameer Abdullah. O primeiro snap oficial do rookie foi emblemático. Bola nas mãos, fintas de corpo, movimentos escorregadios a ajudarem a escapulir-se por entre o mar de gente..e touchdown. Abdullah criou um cartão de apresentação irresistível, para quem não conhecia o poduto made in Nebraska. Mas não se ficou por aqui. Aliás, o running back foi quase sempre o único elemento a trazer alguma centelha de entusiasmo ao ataque dos Lions que, depois de um início demolidor (21-3), estagnou brutalmente. A pressão dos Chargers, raramente dando tempo a Stafford no pocket, criou enormes embaraços ao ataque, que apenas em espasmos providenciados por Abdullah conseguia ganhar jardas. 7 corridas, 50 jardas e 1 score, mais 4 recepções e 44 jardas, mostrando que é funcional fora do backfield. Para além disso, revitalizou os retornos, somando mais 35 jardas. Apenas precisa de melhorar como blocker, no apoio ao jogo corrido mas, fora isso e a derrota, foi uma estreia promissora.

About The Author

Paulo Pereira

O meu epitáfio, um dia mais tarde, poderá dizer: “aqui jaz Paulo Pereira, junkie em futebol americano”. A realidade é mesmo essa. Sou viciado. Renascido em 2008, quando por mero acaso apanhei o Super Bowl dos Steelers/Cardinals, fiz um reset em [quase] todos os meus dogmas. Aquele desporto estranho, jogado de capacete, entranhou-se no meu ADN, assumindo-se como parte integrante da minha personalidade. Adepto dos Vikings por gostar, simplesmente, de jogadores que desafiam os limites. Brett Favre entra nessa categoria: A de MITO.

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