No Huddle: NFL 2015 Week 13 TNF

João Malha 5 de Dezembro de 2015 Análise Jogos NFL, NFL Comentários Desligados
Green Bay Packers vs Detroit Lions

No Huddle: NFL 2015 Week 13 TNF

Green Bay Packers – 27 @ Detroit Lions – 23

You can’t get a more spectacular ending than this one! Foi de loucos o final do jogo entre dois rivais da NFC North. Os Green Bay Packers, claramente em quebra, voltaram a ter um jogo inferior ao expectável, com a equipa a não conseguir somar um único ponto na primeira parte do encontro de Detroit.

Mas o melhor ficou guardado para o fim, depois de terem estado a perder por 20-0, os Packers começaram a sua recuperação, mas de forma pouco ortodoxa, uma vez que o primeiro TD resultou de um fumble de James Starks ao tentar entrar na end zone, mas para grande sorte dos Cheeseheads, a bola sobrou para Randall Cobb que colocava assim os Packers no marcador. Este TD marcava o fim de uma seca de cerca de 70 minutos depois de já no último jogo, em Chicago, frente aos Bears, na semana passada, os Packers não terem conseguido um único ponto na segunda parte e apenas um TD no primeiro período. E o que se seguiu ao primeiro TD dos Packers não podia ter sido melhor para as suas cores. Mal os Lions começaram a atacar na resposta, um fumble recuperado deixou os Packers novamente na Red Zone para tentarem novo TD, que chegou de imediato.

O jogo estava relançado, mas um FG dos Lions deixava os Packers com a necessidade de terem duas posses de bola para chegarem à vitória, ainda com bastante tempo no relógio. Conseguiram o primeiro TD mas nunca chegaram ao segundo, acabando por apenas recuperar a bola para atacarem a 30 segundos do fim, nas suas 20 jardas. Parecia uma tarefa muito difícil, sabendo-se que os Packers têm falhado, em algumas das suas derrotas em 2015, precisamente na drive final que lhes pode dar a vitória.

E o filme ia repetindo-se. Com o relógio esgotado e a bola a ser trocada entre jogadores da franquia de Green Bay, voltando ao ponto de partida, o seu QB Aaron Rodgers, uma penalidade absurda (não no ajuizamento, correto, mas na irresponsabilidade do defesa dos Lions Devin Taylor) por face mask deu mais uma jogada aos Packers, um pouco atrás do meio-campo.

Foi precisamente nessa jogada, até porque não havia mais, que chegaria o milagre e a vingança dos Packers, cuja derrota há menos de um mês com os Lions em casa (21 anos depois) fez a equipa mergulhar numa espécie de depressão com algumas derrotas inesperadas que retiraram os Packers da liderança da NFC North. Aaron Rodgers, depois de alguns segundos a fugir aos poucos defesas dos Lions que tentaram o pass rush, lançou um passe de 60 jardas, um Hail Mary, que resultou no TD da vitória. Do outro lado das 60 jardas, outro Rodgers, o Tight End Richard Rodgers, subiu mais alto que todos e conseguiu segurar a bola para a inesperada vitória da sua formação.

Era o desespero dos adeptos dos Lions que achavam que a vitória já não fugia. E que viram assim a época acabar em definitivo, pois as três vitórias seguidas deixavam uma réstia de esperança para um milagre, pois já só estavam a dois jogos de distância de um improvável lugar no Wildcard. Essa ínfima esperança desvaneceu-se por completo com este Hail Mary.

Os Packers, por seu lado, vêm renascer a esperança da vitória na divisão pois uma derrota em Detroit deixava-os mais longe dessa meta e, acima de tudo, com o Playoff em risco, ficando à mercê de outras equipas nas próximas semanas. Assim, os Packers podem ganhar espaço para respirar e um balão de oxigénio que tinham sido precisamente os Lions a esvaziar há umas semanas. Prova disso, as pouco usuais interceções de Aaron Rodgers, que permitiu uma em cada um destes últimos dois jogos. É certamente a pressão de ter de virar resultados desfavoráveis que o obrigam a arriscar mais do que aquilo que gosta.

About The Author

João Malha

Profissional da área de comunicação e marketing, e sempre ligado ao desporto, sempre me fascinou o conceito de showbiz dos norte-americanos no que toca à promoção de qualquer espectáculo desportivo. Quando em 2003, a SportTv transmitiu pela primeira vez o Super Bowl, com estrondosa vitória dos Buccaneers de John Gruden sobre os Raiders, a curiosidade cresceu e ano após anos comecei a seguir as transmissões do maior evento desportivo mundial. Mas como em tudo na vida (pelo menos na minha forma de estar), é preciso um motivo mais forte para nos agarrarmos às coisas. Uma paixão que nos alimenta. E foi isso que aconteceu em 2010, aquando da final de Miami, ganha pelos Saints frente aos Colts do lendário Peyton Manning. Nesse dia senti finalmente que aquela era a minha equipa! E o aparecimento da ESPN America ajudou a não mais largar este desporto espectacular, que sigo semanalmente. Na Week 1 da temporada 2012/2013, cumpri o sonho de ir ver um jogo dos Saints ao vivo, ao Mercedes-Benz Superdome. Não vi os Saints vencerem, mas quem sabe se não terei a oportunidade de dizer que assisti ao primeiro jogo na NFL de um dos maiores QB’s da sua história, Robert Griffin III. Ver os Saints ao vivo foi uma experiência única que me faz olhar para o desporto com outros olhos. Quero saber mais e mais sobre o jogo, a sua história, lendas, regras, tácticas, etc. Let’s play ball!!!!

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