College Football 2015: Week 7

Paulo Pereira 20 de Outubro de 2015 Análise Jogos College, College Comentários Desligados
Michigan State vs Michigan

College Football 2015: Week 7

Semana 7 encerrada, com alguns jogos emocionantes de permeio e duas constatações. A primeira é que Alabama tem mais vidas do que um gato. A universidade, que tinha sido dada como afastada dos playoffs, prematuramente, depois de perder em casa contra Ole Miss, mostrou depois disso que a SEC West é um feudo seu, voltando a passar um adversário incómodo. A vitória no terreno de Texas A&M, apontada como uma das favoritas ao título, demonstra que a equipa de Nick Saban tem os atributos das outras anteriores, que colocaram Crimson Tide como um exemplo a seguir. A outra constatação é que Michigan State, ainda invicta, é também uma das equipas a acompanhar, nesta ponta final da época. A vitória no clássico contra Michigan foi suada, mas provou que os Spartans, não deslumbrando ninguém, nem por isso são menos resilientes. As jornadas do futebol universitário também feitas de jogadores, fãs e humor, havendo sempre muita coisa a destacar. Vamos a isso:

  • Quando, acima, falo de humor, é daquele irreverente, que se vê nos diferentes tailgates. Pequenos apontamentos de irreverência, mostrando que a rivalidade no futebol universitário é sempre levada a sério. Como aquele cartaz, empunhado de forma orgulhosa por um fã de Michigan, antes do embate contra Michigan State, que dizia “Mais fácil que o calendário de Ohio State, só conseguir uma licenciatura em Michigan State”. Duma só penada, duas bicadas nos principais rivais da Big 10. Há também aquele tipo de comicidade mais questionável, mas que cumpre o desejado por quem o pratica. Cria impacto. LSU versus Florida era um dos jogos grandes da jornada, com ambos os contendores invictos e tendo já um histórico de fel e animosidade nos jogos passados. Mesmo assim foi surpreendente ver, no tailgate que antecedeu um jogo, um jacaré a servir de churrasco. O pobre do “gator” foi o prenúncio que, depois, levou os Tigers à vitória no encontro.
  • Uma das feel good stories da temporada é Utah. Os Utes, como são carinhosamente conhecidos, são uma equipa que sempre teve no seu adn a força e agressividade, que os tornaram adversários incómodos, mas pouco dado a conquistas fora de portas. Via-se o jogo contra Utah no calendário como difícil, mas superável, esperando-se doses de suor e sofrimento. Mas nunca de elevava esse mesmo opositor à categoria seguinte, a de contendor. Pois bem, 2015 tem ajudado a desmistificar esse preconceito. No jogo inaugural da época, Utah surpreendeu Michigan, que estreava Jim Harbaugh. Desde aí, liderados por Travis Wilson, os Utes foram somando triunfos. Sábado não foi apenas mais um. Foi a ultrapassagem de mais um estigma, ao vencer Arizona State. Estes são ainda os detentores do título da PAC 12 e não perdiam contra os Utes há 11 jogos consecutivos. Sim, mais coisa menos coisa, há uma década que os Sun Devils levavam a melhor. E num sábado à noite chuvoso, parecia que a história se repetiria. O special team de Utah dava consecutivos tiros nos pés (permitiu um TD num retorno de um kickoff e cometeu um safety) e o jogo corrido, a cargo de DeVontae Booker, era parado pela firme defesa de Arizona State, mas a persistência e precisão do QB Travis Wilson manteve Utah na senda vitoriosa. As suas conexões com Kenneth Scott (5 recepções, 116 jardas e um TD), ajudaram a cimentar a liderança no marcador (vitória por 34-18), a que a corrida final de Booker, num lance de 62 jardas, apenas veio terminar com a resistência contrária. Utah está de parabéns, mas longe de poder celebrar euforicamente. Os seus 3 próximos jogos são on the road, contra USC, Washington e Arizona. Três testes duríssimos, que mostrarão a verdadeira cepa desta equipa.
  • Já que se fala na PAC 12, há uma equipa que, depois de moribunda, tem trucidado os seus adversários. Stanford iniciou o ano a perder, contra Northwestern, levando a precoces conclusões contra o poderio dos Cardinals. Mas a equipa soube reagir e, desde então, é um dos ataques mais prolíficos da competição. Voltou a mostrar a qualidade contra UCLA, num 56-35 que apenas acentuou a necessidade de se olhar para um dos jogadores envolvidos. Numa competição que parece dominada pelos running backs, eis outro nome que terá que fazer parte das considerações para o Heisman: Christian McCaffrey. Notável exibição – mais uma – destroçando os Bruins no solo, com 25 corridas, 243 jardas e 4 touchdowns. O sophomore é apenas mais um exemplo da precocidade de alguns atletas, que explodem exibicionalmente cada vez mais jovens, mostrando um talento impar. Casos como o de McCaffrey, Nick Chubb ou Nick Wilson são, mais do que a excepção à regra, cada vez mais comuns.
  • Com maior ou menor volume de críticas, jogando bem ou mal, o certo é que Ohio State continua a vencer, mostrando possuir um dos mais completos rosters do college, actualmente. Aos Buckeyes ainda faltam dois obstáculos de elevado grau de dificuldade, tendo que defrontar Michigan e Michigan State em Novembro, em confrontos que terão impacto imediato sobre o futuro próximo das equipas. Mas, até lá, Urban Meyer tem uma dor de cabeça. E das grandes. Quem é que será o quarterback titular? Até agora, Meyer deu a titularidade a Cardale Jones, um dos artífices do título do ano passado, com prestações inesquecíveis nos playoffs, mas o jogador não mais se aproximou desse nível exibicional. JT Barrett, o outro contendor pelo posto, tem entrado em situações na red zone, onde tem sido mortífero. E, contra Penn State, a sua exibição em termos estatísticos atingiu a perfeição. 4 em 4, no passe, 30 jardas e 2 TDs. A isso Barrett somou algo que Cardale não tem: dimensão no solo, como dual-threat. 11 corridas, 102 jardas e mais 2 scores. E é este o dilema actual de Meyer. Quem joga? Mantém a aposta em Cardale, que tem uma presença mais equilibrada no pocket e um braço-canhão a ajudar nos lançamentos para o fundo do campo, ou lança JT Barrett, mais explosivo e imprevisível?
  • A Big 12 é um feudo. De quem? Isso logo se verá, mas actualmente é gerida com punho de ferro por duas equipas empolgantes. Baylor e TCU. Os seus jogos são verdadeiros espectáculos de ataque, repletos de big plays e números astronómicos, aguardando-se com crescente ansiedade o próximo embate entre ambos. Baylor tem dois atletas fenomenais. Um é Seth Russell, o quarterback. Estilo dual-threat, é efectivo no pocket (20 em 33, 380 jardas e 5 TDs contra West Virginia) e mortífero fora dele (14 corridas, 160 jardas e 1 TD). O outro é Corey Coleman, receiver de profissão, que capitaliza a excelência do jogo de ataque da equipa. Contra WV, foram mais 10 recepções, 199 jardas e3 TDs, que o colocam como figura maior da universidade, ao marcar 16 touchdowns em apenas 6 jogos, recorde nos anais da escola. Imparável, o ainda júnior tem marcado a diferença, apanhando quase tudo o que é lançado na sua direcção e cimentando o seu status para o draft de 2016, onde ele provavelmente entrará, pese ter mais um ano de elegibilidade.
  • Destacar Baylor e não fazer o mesmo a TCU não é justo, certo? Vitória esperada fora de portas dos Horned Frogs, com um 45-21, com as habituais figuras maiores a imporem a sua lei. Trevone Boykin tem a candidatura lançada para o Heisman, onde apenas Leonard Fournette parece poder fazer-lhe frente. O QB de TCU é um caso aparte, um jogador explosivo, que tem sabido reciclar o seu jogo, melhorando consideravelmente no quesito do passe. Menos atreito a usar as pernas, ao menor indício de problemas, Boykin foi instrumental no triunfo contra Iowa, falhando apenas 5 passes no jogo todo. Um 27 em 32, 436 jardas e 4 TDs, com a habitual produção no jogo terrestre a complementar a oferta. 74 jardas corridas e um TD, criando uma dupla com Josh Doctson que nada fica a dever ao rival divisional Baylor. Doctson amealhou mais 190 jardas e mais dois TDs, numa reivindicação justa por patamares mais elevados na sua carreira futura. Este pode ser o ano de TCU na luta pelo título, depois de terem ficado às portas dos playoffs no ano passado, ao terminarem em 5º lugar do ranking.
  • Os Gators caíram em Louisiana, perdendo a invencibilidade, mas os seus adeptos apenas podem sentir orgulho na equipa. Florida penou, após a saída de Urban Meyer e a perda dum núcleo de jogadores históricos, onde se destacava Tim Tebow. O programa futebolístico entrou depois num período de experiências falhadas, com destaque para o reinado desastroso de Will Muschamp. Mas a contratação de Jim McElwain, reputado coordenador em Alabama, de 2008 a 2011 e, depois, head coach com sucesso em Colorado State, veio alterar o rumo do caos, dotando a equipa de personalidade. 2015 viu uns Gators mais sólidos, cientes do seu papel, com qualidade nos dois lados da bola, tornando-se novamente relevantes na SEC. Quantas equipas conseguiriam ser competitivas, contra LSU, na mesma semana em que perderam o seu quarterback? O castigo a Will Grier, que vinha fazendo uma óptima temporada, colocou a balança virtual neste encontro desequilibrada. Pensava-se que os Tigers aproveitariam a pretensa fraqueza adversária e venceriam, sem dificuldades. Nada de mais falso. Desde logo, LSU tem, como todas as equipas de Les Miles, uma defesa sólida e sufocante, mas um ataque soluçante, vivendo quase sempre da inspiração do fenómeno Leonard Fournette. Falta aos Tigers consistência no jogo de passe para os tornar numa equipa quase imbatível. Enquanto isso não acontece, a equipa vai torneando as dificuldades e triunfando. Como? Contra os Gators, graças a um 2º período inspirado, com um parcial de 28-7, graças a Fournette e aos seus 2 TDs, bem como à empatia verificada entre Brandon Harris (QB) e Malachi Dupre (WR), que combinaram para dois touchdowns. Foi um furacão atacante, que abalou as estruturas dos Gators. Estes, mesmo assim, não sucumbiram e conseguiram, graças a uma excelente prestação de Treon Harris, o backup quarterback, manter-se na corrida. No 3º período, o empate surgiu, num punt return de Antonio Callaway, mas Les Miles tinha uma carta na manga. No 4º e decisivo período, um fake field goal fez toda a diferença. Numa notável sincronia, o special team alinhou para um field goal de 33 jardas, apenas para que, numa jogada ensaiada, o holder passasse a bola a Domingue, o kicker, para um TD de 16 jardas.
  • New Kid in Town. Decorem mais um nome, na já imensa galeria de notáveis que merecem ser acompanhados. Paxton Lynck, quarterback de Memphis. Não se riam. Tanto ele como a universidade merecem crédito. Não é só a invencibilidade de Memphis, na cada vez mais animada AAC, uma conferência imperdível para quem procura novos talentos para ver e gosta de espectáculos de ataque. A ausência de derrotas, muitas vezes, é explicada por uma schedule com um baixo grau de dificuldade. Mais uma vez, não é o caso. Memphis precisava apenas, para atrair as atenções nacionais, de um triunfo retumbante, contra um adversário de renome. Nada melhor do que um vindo da SEC e que tinha vencido, este ano, Alabama. Ole Miss é uma equipa com um programa futebolístico em crescendo, com uma fornada de talentosos jogadores, muitos deles a saírem nos próximos drafts. Mas Memphis, que não vencia um adversário cotado no ranking 25 há 10 anos, fez um jogo tremendo, culminado num 37-24 que lhes confere total credibilidade. Não irão ao título, mas nem é isso que está em causa. É apenas a prova de que, fora do grupo das 5 melhores conferências, existe vida. E qualidade. E gente capaz de criar, com todos os obstáculos (dificuldades no recrutamento, face aos big names, ausência de fundos ilimitados, como as universidades de topo), programas consistentes e merecedores de crédito. A capacidade de superação dos Tigers viu-se quando ficaram a perder, logo no 1º quarto, por 14-0. Nada os abalou e marcaram 31 pontos consecutivos. Nem a saída de Robert Nkemdiche, o poderoso defensive tackle, serve de desculpa aos Rebels de Ole Miss. Do outro lado, olhos assestados em Paxton Lynch, o impressionante quarterback. O adjectivo deve-se não só ao seu talento, mas sobretudo à sua dimensão física. 6’7’’ são difíceis de bater, em termos de altura, o que confere ao jogador um daqueles intangibles que os scouts tanto gostam, quando elaboram os seus relatórios. Mesmo lançando a sua 1ª intercepção da temporada, Lynch mantém o 3º melhor rating da competição, com uma enorme compostura no pocket a auxiliar os seus lançamentos. 39 em 53, 384 jardas e mais 3 passes para TD, servem de isco para atrair as atenções nacionais. E, no meio disto, emerge Justin Fuente, o head coach. Antigo coordenador ofensivo em TCU, Fuente revolucionou o programa futebolístico de Memphins que, até à sua chegada, tinha perdido 21 dos 24 jogos anteriores. Agora, mesmo que com questões por resolver a nível defensivo, os Tigers são uma equipa indomável e que merece entrar no top-25.

Michigan State, 27 @ Michigan, 23

Dois rivais figadais, numa daquelas rivalidades geográficas que se perpetuam na história. Um jogo de enorme importância, para ambos os contendores, por motivos distintos. De um lado os Spartans, invictos, no top 5 nacional, namorando com os playoffs, mas titubeantes nos processos de jogo, não encantando ninguém. Do outro, uns Wolverines de cara lavada, no ano 1 de Jim Harbaugh, ascendendo na classificação, criando sinergias que, com novo triunfo, os levaria mais além do que o imaginado. É indissociável falar do jogo sem começar pelo seu momento definidor. O final. É um daqueles que entram para a história, perdurando para sempre na memória dos fãs. Até hoje esse lugar era indiscutivelmente ocupado pelo kick six, aquele field goal falhado por Alabama contra Auburn, com o tempo expirado, retornado depois para touchdown. Pelas implicações, foi a mãe de todos os finais. Mas este é surreal, inesperado, surpreendente, agoniante e tudo o que lhe quiserem chamar. Comecemos pelo fim. Michigan comandou sempre o marcador. Foi parada num 3-and-2. Vencia, por 23-21. Faltavam 10 segundos para o final. Estava tudo acabado. Estava? Ninguém, mesmo o mais empedernido fã dos Spartans, pensaria noutro desfecho que não fosse a vitória dos Wolverines. NINGUÉM. Bastava fazer algo básico. Um punt, mesmo que mediano, levaria a bola a viajar uns segundos pelo ar. Não havia tempo para mais nada do que um retorno desesperado. E Michigan estava preparada para essa contingência. Mas não para o que aconteceu. Snap feito e o punter…não agarra a bola. Imaginem o cenário. Estás ali apenas com uma missão. Receber o snap e pumba. Pontapé para a frente. Isso levaria ao triunfo da tua equipa e ao fim de SETE anos de vitórias dos Spartans. Ao invés, um golpe de teatro. O punter não agarra a bola. O fumble é recuperado de imediato pelos Spartans que retornam para touchdown. O que se passou a seguir foi um misto de emoções, dentro e fora do campo. Incredulidade. Histerismo. Agonia. Surpresa. Eu, que vi o jogo, fiquei chocado. Sim, queria que Michigan vencesse. Gosto de Jim Harbaugh. Um triunfo desta magnitude colocaria a universidade às portas da relevância, novamente. Não mereciam cair assim, desta forma. Ironicamente, a vantagem no marcador tinha sido conquistada, em grande parte, pelo papel do special team. 3 field goals (2 de 38 jardas e 1 de 21) e boa posição de campo, graças aos retornos de Jabrill Peppers, auxiliaram os Wolverines, que viram o seu jogo corrido reduzido à vulgaridade pela defesa dos Spartans. Mesmo assim, apenas com 77 jardas terrestres, Michigan encontrou forma de marcar, através do seu fullback Sione Houma. Num encontro marcado pelas prestações defensivas, sufocantes, pressentia-se que tudo seria decidido nos detalhes. Ou num erro. Se ele não existiu nos ataques, mais conservadores no plano de jogo, num enorme tacticismo por parte dos dois técnicos, surgiu quando ninguém aguardaria. O triunfo dos Spartans, caído dos céus, mantém a equipa no seu rumo para a postseason. Os Wolverines, por sua vez, necessitarão de trabalho mental apurado para recuperarem dum golpe destes. Terão a próxima semana de bye, para retemperarem forças, mas apenas um milagre (que se traduzirá em 2 derrotas dos Spartans), os poderá a levar a lutar pelo título de conferência.

Alabama, 41 @ Texas A&M, 23

A derrota de ‘Bama, frente a Ole Miss, parece que aconteceu há uma eternidade. Desde aí, quando se fez o funeral da equipa, muita coisa aconteceu. A equipa de Nick Saban, como quase sempre, reagiu e tornou-se novamente no alvo a abater. Este sábado, num jogo em que defrontavam fora de portas uns Aggies sequiosos de relevância, a equipa mostrou um grau de maturidade apenas ao alcance de poucos. A defesa voltou a ser instrumental, importunando o jogo aéreo do adversário e aproveitando a inexperiência de Kyle Allen, interceptado 3 vezes. Pela 1ª vez na história da universidade, a equipa conquistou 3 pick-sixes. Depois, no ataque, a dose do costume. Um plano integralmente desenhado para evitar a exposição de Jake Coker, não colocando o quarterback na necessidade de explorar as deep balls, e apostando fortemente no ground game, onde Derick Henry é um elemento diferenciador. O running back, com uma altura que o torna uma espécie de adulto a jogar num playground de crianças, desequilibrou o encontro, correndo para perto de 160 jardas apenas na 1ª parte e terminando com 236 e 2 TDs. Na vitória inquestionável, nem tudo foi perfeito. O special team permitiu que os Aggies se mantivessem na corrida ao triunfo, quer com um punt retornado para TD, quer com novo punt bloqueado.

Da parte de Texas A&M, o sentimento apenas pode ser de frustração. A equipa pressentia que este podia ser o ano da luta pelo título e uma vitória aqui colocava-os em excelente posição para reivindicarem o trono da SEC. Mas, mais uma vez, os erros primários afundaram as expectativas. A pick-six inicial colocou a equipa no fundo do poço e o abrir do marcador, para 28-6, com a defesa contra o jogo corrido a revelar a sua impotência para parar Henry, obrigaram a um jogo de risco no passe. Os Aggies tiveram a sua dose de big plays, mas Kyle Allen não conseguiu evitar o avolumar de erros, resultando em mais duas INTs.O único momento saboroso do jogo foi a constatação que Christian Kirk é, actualmente, o mais excitante freshman da competição. O miúdo conseguiu novo punt retornado para TD, num lance de 68 jardas, insuficiente para acender o rastilho da recuperação.

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Paulo Pereira

O meu epitáfio, um dia mais tarde, poderá dizer: “aqui jaz Paulo Pereira, junkie em futebol americano”. A realidade é mesmo essa. Sou viciado. Renascido em 2008, quando por mero acaso apanhei o Super Bowl dos Steelers/Cardinals, fiz um reset em [quase] todos os meus dogmas. Aquele desporto estranho, jogado de capacete, entranhou-se no meu ADN, assumindo-se como parte integrante da minha personalidade. Adepto dos Vikings por gostar, simplesmente, de jogadores que desafiam os limites. Brett Favre entra nessa categoria: A de MITO.

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