College Football 2016: SEC Preview

Paulo Pereira 2 de Setembro de 2016 Análise Jogos College, College, Jogadores College Comentários Desligados
SEC Football

College Football 2016: SEC Preview

A poucos dias de se iniciar nova temporada do College, é agora chegada a altura de desvendar a mais empolgante conferência do college football: a SEC. A SEC considera-se um mundo à parte, na competição universitária. Fá-lo por arrogância, mas suportando essa atitude dandy nos resultados. E que resultados. É lá, na conferência, que estão algumas das mais históricas e emblemáticas equipas da FCS. E é lá que, no início deste nova temporada, residirá o campeão em título, essa Alabama do “ame-se ou odeie-se”, liderada por um nome incontornável na já secular história da competição: Nick Saban. Eis o que de mais importante existe para saber sobre a conferência mais popular do college.

1. A Conferência

A SEC divide-se em duas divisões, a East e a West. Na primeira moram actualmente alguns programas moribundos, perseguindo a glória de antigamente, mas é a divisão tida como mais fraca na conferência, aquela onde se nota mais a passagem do tempo, com alguns programas a perceberem, tardiamente, que o território de recrutamento tinha sido saqueado, primeiro por Alabama e, depois, pela chegada de Kevin Sumlin e os seus Aggies à conferência. A parte East tem como principal candidato Tennessee, depois de anos de domínio de Georgia. Os Vols aparecem de cara lavada, com um ataque empolgante, procurando reassumir um protagonismo que lhes tem sido vedado, na última década. Para além de Tennessee e de Georgia, a divisão conta ainda com os Gators da Florida, com um novo projecto às mãos do excelente treinador Jim McElwain, Kentucky, Missouri, Vanderbilt e South Carolina, um dos históricos da competição, mas cujos resultados recentes a colocaram no fundo do poço. Mas é no West que está toda a diversão e rivalidade doentia. Alabama surge como o alvo a abater, a Némesis das outras equipas, a universidade que coleccionou 4 títulos nacionais, nos últimos 7 anos. Depois, temos LSU, Ole Miss, um programa em crescendo e que, nas duas últimas temporadas regulares, derrotou sempre Alabama, Texas A&M que, depois da sua entrada de rompante na divisão, em 2012, tem vindo a perder fulgor competitivo, Arkansas, Auburn e Mississipi State.

2. Os Jogos

Antes de entrarmos numa análise quanto aos pontos fortes dos principais candidatos, importa destacar a agenda do que nos aguarda, nos próximos meses de competição. São jogos que prometem horas de emoção, disputados em estádios repletos de público entusiasta, num ambiente de pura hostilidade para os adversários. Eis o que haverá de melhor, nas próximas semanas:
Alabama at LSU, Nov. 5 | Florida at Tennessee, Sept. 24 |Alabama at Tennessee, Oct. 15 | Auburn at Alabama, Nov. 26 | Alabama at Ole Miss, Sept. 17 | LSU at Florida, Oct. 8 | Ole Miss at LSU, Oct. 22 | Tennessee at Georgia, Oct. 1 | Georgia vs. Florida, Oct. 29 | Florida State vs. Ole Miss, Sept. 5

3. Os Gators de Florida

Quando comecei a acompanhar o futebol americano (demasiado tarde, infelizmente), os Gators eram a mais emblemática equipa do college, geridos por Urban Meyer que, com sapiência, tinha criado um roster pejado de talento. Entre todos, brilhava Tim Tebow, num estilo galvanizante que, infelizmente, apenas teve sucesso no mundo universitário. Depois disso e do enorme êxodo que o sucesso e os títulos acumulados (2 campeonatos nacionais) ditaram, Urban Meyer retirou-se e o programa sentiu enormes dificuldades para conseguir atrair talento, definhando a cada ano. Depois de mais uma experiência falhada, com Will Muschamp a ser despedido, mas a deixar atrás de si uma política de terra queimada, a aposta recaiu em Jim McElwain, um antigo subordinado de Nick Saban que ganhou a sua independência em Colorado State, com trabalho elogiado. O seu primeiro ano à frente dos Gators foi positivo, com a equipa a vencer a divisão, mesmo com exibições medíocres, do ponto de vista ofensivo. Suportando as aspirações na sua defesa, o título na divisão permitiu, pelo menos, a crença de que será possível o regresso aos anos de glória. Em 2016 será ainda na parte defensiva da bola que reside a maior parte do talento. Nomes como os do safety Marcus Maye, do linebacker Jarrad Davis ou do cornerback Jalen Tabor são garantias de continuação da qualidade, mas a dúvida persistirá sempre no ataque. O que podem fazer estes Gators, para combater o favoritismo inicial de Tennessee? A equipa continua sem ter um jogo corrido sólido e possui um pouco experiente grupo de wide receivers. Se a isso se juntar nova experiência under center, com a posição de QB titular a ser dada a um recém-chegado (via transferência de Oregon State), Luke Del Rio (filho do actual treinador dos Raiders, Jack Del Rio), vemos que será uma tarefa complicada para a equipa repetir o êxito inesperado do ano passado. A estes Gators falta maturidade competitiva e essa tem que ser ganha nas batalhas forjadas semanalmente.

4. Tennessee [Vols]

Tennessee, carinhosamente conhecida pelos Vols (de Volunteers) aparece à cabeça, na maioria dos sites especializados no college, como favorita para vencer a divisão. Isso acontece por uma soma básica de razões, mas sobretudo porque, olhando para os adversários, os Vols parecem aqueles menos maus. Ou, se quisermos ser menos contundentes, são a equipa mais estabilizada, quando comparada à lupa com os rivais. A equipa chefiada por Butch Jones vê regressar 17 dos 22 titulares e, alguns deles, são as estrelas do plantel. No ataque, Joshua Dobbs apresenta características excitantes, naquele misto típico do quarterback comum no college, capaz de lançar e correr com igual efectividade. No jogo corrido, a consistência é a imagem de marca, com Jalen Hurd e Alvin Kamara a serem excelentes. Na defesa, Butch Jones tem coleccionado talento, com Derek Barnett (DE) e Cameron Sutton (CB) a serem o expoente máximo disso. O problema em Tennessee é conseguir que estas individualidades funcionem em conjunto e saibam lidar com as elevadas expectativas. É que tudo o que tem sido escrito sobre os Vols, foi igualmente dito no ano passado. E a equipa foi um desapontamento, desperdiçando lideranças gordas nos jogos contra Oklahoma e Arkansas, dando a ideia de que, nos grandes jogos, nas alturas cruciais, não existe o killer instinct para lidar com a situação. 2016 será o teste de fogo e, num calendário com um grau de exigência mediano, a recepção a Alabama e a Florida podem ser os momentos cruciais da temporada. Será que veremos os Vols, finalmente, na final de conferência? Acredito que sim!

5. Auburn [Tigers]

Se há algo que a SEC terá este ano é aquilo que se convencionou chamar de técnicos no hot seat ou, mais prosaicamente, à beira do despedimento, caso as coisas não corram bem. Há um punhado deles – desde Les Miles, em LSU, passando por Kevin Sumlin, em Texas A&M – que terão que trabalhar sob pressão imediata dos resultados. Gus Malzahn, anteriormente intitulado de feiticeiro, quando calibrou Auburn de forma a torna-la um contendor sério e equipa de top 3, vê-se agora enredado no meio duma panela de pressão. Os resultados não têm surgido e, pior, Alabama, o arqui-inimigo das gentes de Auburn, continua a dominar a conferência, a seu bel-prazer. Neste ano de tudo ou nada, Malzahn não tem vida facilitada. Peyton Barber, um dos seus running backs mais renomados, partiu via draft para a NFL, enquanto Javon Robinson, outro dos nomes fortes da unidade, entrou em rota de colisão com o treinador…e foi “convidado” a procurar outro local para jogar. Duma assentada, a depth chart do jogo corrido ficou fragilizada, a que se juntam as questões sobre quem será o quarterback titular. Jeremy Johnson não aproveitou as titularidades, do ano passado, para mostrar que é solução. Errático, pouco preciso, não dá confiança a ninguém e terá que disputar o lugar ao sol com Sean White e com John Franklin III, transferido este ano para o programa. Em relação a este último, aproveito a sua menção para destacar um documentário – SOBERBO – da Netflix, intitulado Last Chance. Nele é acompanhada uma temporada inteira duma pequena universidade, da 2ª divisão, constituída maioritariamente por jogadores que têm ali a sua última oportunidade. As más notas escolares ou problemas disciplinares levaram-nos a ser transferidos das suas escolas de origem para ali, última paragem antes do anonimato ou glória. É aqui que entra John Franklin III, figura em destaque no documentário, curiosamente backup ao longo de toda a temporada, mas cujas skills, especialmente na imprevisibilidade que trás ao jogo corrido, como QB dual-threat, encantaram Auburn. Quem acompanhou a série terá aqui uma espécie de continuação, vendo se o jogador consegue singrar no competitivo mundo do futebol americano. E é isto que o ataque terá para mostrar, de início. Uma unidade sem um receiver que tenha obtido mais de 203 jardas, sem um running back com mais de 208 jardas e cujo QB mais experiente apresenta um rácio de 11 TDs e 12 INTs. Terá que ser pela defesa que Malzahn terá que construir uma equipa competitiva, mas as expectativas para a temporada são baixas, e os jogos iniciais não ajudam a criar confiança. Se os 5 primeiros são em casa, os adversários que visitarão Auburn são do calibre de Clemson (finalista vencido do ano passado e com um Deshaun Watson fortíssimo candidato ao Heisman Trophy), LSU e Texas A&M. Se isto demonstra a dificuldade do calendário, o que dizer dos jogos fora de portas, contra Ole Miss e Alabama, só para citar dois dos de elevado grau de dificuldade? Se o emprego de Gus Malzahn depende da temporada de 2016, é bom que o head coach tenha feito um bom pé-de-meia com o dinheiro que ganhou até agora, pois parece-me destinado ao despedimento, no final da competição.

6. Texas A&M [Aggies]

Texas A&M é uma equipa recente, na divisão West, tendo-se transferido para a SEC em 2012 e, durante o reinado de Johnny Manziel, parecia que podia rapidamente almejar ao trono da conferência. Sumlin, técnico que sucedeu a Mike Sherman nos comandos do programa futebolístico, tendo-se tornado o primeiro treinador africano-americano na história da universidade, soube aproveitar o crescimento e popularidade da equipa, mercê do estilo galvanizador do seu quarterback, para rapidamente se tornar no principal recrutador no imenso estado do Texas, ultrapassando os históricos Longhorns na preferência dos prospects. Mesmo com vitórias emblemáticas contra Alabama (2012) e Oklahoma (na Cotton Bowl, igualmente em 2012), Sumlin falhou sempre o desiderato de atingir o nível de Alabama e, depois da saída de Manziel, o recrutamento começou a claudicar e os problemas internos a aumentarem, com vários jogadores, entre eles os dois quarterbacks do ano passado (Kyler Murray e Kyle Allen), a pedirem transferência para outras escolas. Texas A&M parte assim para um ano que pode ser decisivo, vivendo numa encruzilhada. Sumlin, treinador principescamente pago, debaixo de um coro de críticas, conseguiu resolver o problema dos QBs temporariamente, com a vinda de Trevor Knight, previamente nos Sooners de Oklahoma. Jogador com potencial, liderará um ataque que tem o seu ponto forte no grupo de receivers, onde coexistem Christian Kirk, um explosivo playmaker, com skills de retornador, Ricky Seal-Jones e Speedy Noil. O jogo corrido terá como cabeça de cartaz Keith Ford, outro jogador que vem de Oklahoma, com todos a terem que se adaptar a um novo coordenador, Noel Mazzone (ex-UCLA). Na defesa, o grande e reconhecido nome é do de Myles Garrett, um DE agressivo e que pode ser a next big thing a aterrar na NFL. No papel, os Aggies têm tudo para uma temporada excelente, com apenas 3 jogos contra rivais da SEC fora de portas (e um deles contra South Carolina, a viver no fundo do poço actualmente), mas parece quase impossível que a equipa possa arreliar Alabama ou LSU na luta pela divisão e consequente ida à final de conferência.

7. Ole Miss [Rebels]

Uma das equipas que mais aprecio, na SEC, vive no permanente papel de underdog. Ole Miss, no entanto, soube adaptar-se às circunstâncias e tornou-se forte no jogo do recrutamento, conseguindo pedir meças às melhores equipas nacionais, nesse campo. Os recentes rosters têm reflectido a infusão de talento e, competitivamente, a universidade deu um salto qualitativo, como atestam as duas vitórias sobre ‘Bama, nas duas últimas temporadas. Mas, como sempre acontece, o fim de ciclo da última geração de jogadores levou à saída, para a NFL, de nomes de qualidade elevada, como Laquon Treadwell (Vikings), Robert Nkemdiche (Cardinals) e Laremy Tunsil (Dolphins), delapidando algum do material humano para atacar com convicção a época que se avizinha. Se há uma vantagem que pode ser apontada aos Rebels, e que poderá fazer a diferença dentro de campo, é o retorno do quarterback Chad Kelly, o sobrinho do icónico QB Jim Kelly, glória dos Bills. Chad é competente, experiente e parte como um dos principais nomes na posição. O ataque, que mantém um punhado de jogadores de elevada craveira (merecem nota de destaque os receivers Quincy Adeboyejo e Damore’ea Stringfellow, bem como o tight end Evan Engram), terá no entanto que reconstruir a OL e o jogo corrido. Na defesa, mesmo perdendo Nkemdiche, existem soluções para dotar a unidade de competência e as expectativas, mesmo que afloradas em surdina, são elevadas. O sucesso de Ole Miss na temporada dependerá sempre do resultado dos seus primeiros 4 jogos. E, nestes, jogar-se-á muito das pretensões, com confrontos contra Florida State, Alabama e Georgia, cujo jogo corrido, a cargo do fantástico Nick Chubb, promete fazer mossa.

8. Alabama [Crimson Tide]

Alabama é O programa futebolístico da actualidade. Quatro títulos nos últimos 7 anos mostram bem a hegemonia que Nick Saban soube reivindicar, para aquele quinhão de terreno perdido no meio dos pântanos. O que mais impressiona é a capacidade de recrutamento, gerindo talento de forma inteligente. Como todas as universidades, os ciclos encerram-se mas, espantosamente, as dores de crescimento não afectam a equipa. A renovação de jogadores funciona quase na perfeição e, mesmo perdendo todos os anos atletas importantes para o draft, Saban consegue manter a competitividade em níveis elevados. Este ano não será diferente. Derick Henry, o running back vencedor do último Heisman Trophy, saiu para a NFL, tal como duas das estrelas do lado defensivo da bola, A’Shawn Robinson e Cyrus Jones. A sangria, no entanto, foi estancada. Ao contrário de outros lados, onde é comum ver jovens a declararem-se para o draft, mesmo não tendo terminado os anos colegiais (são os underclassmen), em ‘Bama a maioria regressou para o último ano. O TE OJ Howard, figura de proa na caminhada da equipa nos últimos playoffs, o DE Jonathan Allen, os LBs Tim Williams e Reuben Foster, mesmo tentados pelo ingresso no mundo profissional, optaram por uma derradeira corrida em Crimson Tide. A defesa, que foi a melhor da nação no ano passado, tem tudo para renovar essa capacidade, mantendo um pass rush temível, um sólido grupo de linebackers e uma secundária assustadoramente boa. A grande interrogação prende-se com o lado ofensivo da bola. Alabama tem ganho sem apresentar uma estrela under center, depois da saída de AJ McCarron, o que significa que o papel de quarterback, mesmo importante, tem aqui um impacto mais reduzido. O problema é que isso acontecia (como no ano passado, com Jake Coker) com um backfield artilhado. Em 2015, Derick Henry e o seu backup, Kenyon Drake. No ano anterior, o mesmo Henry e TJ Yeldon. O novo quarterback, que sairá do grupo constituído por Cooper Bateman, Blake Barnett e Jalen Hurts, não poderá contar com um nome forte no running game, o que lhe retiraria pressão. A saída de Henry e Drake deixou como running back mais experiente Damien Harris, mas este tem apenas 46 corridas efectuadas, na sua carreira, e 157 jardas para amostra. A inexperiência é um factor contra, mas o pedigree dos jogadores (Damien Harris foi um prospect 5 estrelas) dá esperanças para uma transição suave. A OL, sector sempre crucial em ‘Bama, continua a ser poderosa, com Cam Robinson a chefiá-la, enquanto o grupo de receivers capitaliza as atenções, com o fenómeno Calvin Ridley (grande temporada no ano passado) a ser a ameaça maior. Os testes mais duros serão na primeira metade do calendário, com deslocações a USC, Ole Miss, Arkansas e Tennessee. Será difícil a este grupo de Nick Saban repetir a caminhada do ano passado mas, como é costume, contem com eles a disputar a presença nos playoffs. Numa SEC em que as equipas se canibalizam, ‘Bama parece ser a aposta mais segura para vencer a conferência.

9. LSU [Tigers]

LSU, se estiveram atentos às constantes publicações que elaboram pré-rankings, aparece como favorita de muitos para destronar Alabama e vencer a divisão. Os Tigers entram num ano de enorme responsabilidade, pois Les Miles, o head coach que tem gerido os destinos da equipa na última década, enfrenta forte pressão para vencer. Miles sabe que esta pode bem ser a derradeira oportunidade de se manter relevante nacionalmente e tem uma arma de destruição maciça para usar: Leonard Fournette. Ele é o equivalente actual a Adrian Peterson, quando o agora running back dos Vikings encantava no college. Um monstro físico, com uma facilidade espantosa para se furtar aos adversários, excepto…aos defensores de ‘Bama. LSU teve um início de 2015 soberbo, amealhando vitórias e um 7-0 que parecia prenunciar uma ida aos playoffs. Mas o estilo eminentemente físico da equipa, com um forte compromisso no ground game, colapsou na derrota frente aos rapazes de Nick Saban e, depois disso, os Tigers nunca mais foram os mesmos. Cinco anos seguidos a perder para Alabama colocaram a universidade num turbilhão de emoções, com Les Miles no epicentro das mesmas. O recrutamento continua a ser dos melhores do país, e o roster dos Tigers está pejado de talento, em quantidade e qualidade, nos dois lados da bola. A defesa tem a sua conta de playmakers, sobretudo na secundária, com o SS Jamal Adams e o CB Tre’Davious White a patrulharem o perímetro, enquanto à sua frente o LB Kendall Beckwith vai cimentando a sua posição. Mas, no fundo, mesmo com todo o talento e depth, tudo se resumirá a uma simples questão: quarterback!

Brandon Harris é o incumbente, mas não produziu nada, até ao momento, que leve a pensar que é uma mais-valia. A sua exibição na derrota frente a Alabama serviu apenas para acentuar essa ideia, restando aos fãs dos Tigers esperar que os trabalhos na preseason e mais um ano de maturidade levem a um maior equilíbrio no pocket. Alvos de qualidade existem, na figura de Malachi Dupre e de Travin Dural, tornando o jogo aéreo um potencial complemento a quem aposta tanto na corrida. Uma coisa é certa: não será apenas com Fournette que LSU retirará Alabama do topo da divisão e conferência.

About The Author

Paulo Pereira

O meu epitáfio, um dia mais tarde, poderá dizer: “aqui jaz Paulo Pereira, junkie em futebol americano”. A realidade é mesmo essa. Sou viciado. Renascido em 2008, quando por mero acaso apanhei o Super Bowl dos Steelers/Cardinals, fiz um reset em [quase] todos os meus dogmas. Aquele desporto estranho, jogado de capacete, entranhou-se no meu ADN, assumindo-se como parte integrante da minha personalidade. Adepto dos Vikings por gostar, simplesmente, de jogadores que desafiam os limites. Brett Favre entra nessa categoria: A de MITO.