Drive Me Crazy!: E o Urso Sou Eu?

Marco Castro 20 de Dezembro de 2014 Drive me Crazy Comments
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Drive Me Crazy!: E o Urso Sou Eu?

arece não ter fim o pesadelo de Jay Cutler e dos Chicago Bears

Parece não ter fim o pesadelo de Jay Cutler e dos Chicago Bears
Foto de Matt Marton – USA TODAY Sports

Ninguém gosta de fazer figura de urso, nem mesmo aqueles que lhes vestem a pele, de maneira que lá para os lados de Chicago toda a gente em polvorosa e percebe-se porquê, afinal de contas 5 vitórias mais 9 derrotas depois de 126 milhões de dólares gastos apenas com um jogador (54 deles garantidos), que na verdade, deviam comprar algo mais (ou melhor, menos) do que 18 intercepções e 9 fumbles, deviam comprar touchdowns, muitos mais do que apenas 28 e deviam sobretudo comprar sucesso, algo que teima em não chegar àquela franquia. Daí a ironia disto tudo, os Ursos a fazer figura deles próprios, loucos de tanta raiva e sem uma solução à vista. É certo que na NFL tudo muda muito depressa, mas no caso dos Bears, as coisas teimam em não seguir era regra, deixando aquela gente toda (e com razão) à beira de um ataque de nervos.

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Marco Castro

Cheguei ao Futebol Americano em 2006. Estava de férias em New Bedford, estado de Massachusetts, quando perguntei a um amigo meu aqui emigrado que me explicasse as regras deste jogo. Perguntei-lhe também qual a equipa dele e como nesta matéria estava a zeros, optei por seguir o seu conselho e dar mais atenção a uns tais de Patriots. No regresso a Portugal, consumei este namoro muito graças ao NASN (mais tarde ESPN America), o canal de desporto americano que existia na TV por cabo. Lembro-me de achar "cool" esses tais de Patriots, com os seus capacetes e calças prateadas e lembro-me igualmente de começar a investigar um pouco mais sobre um certo Tom Brady. Hoje em dia sou um Patriota fanático, (aliás, criei e faço a gestão da página de Facebook Patriots Portugal www.facebook.com/patriotsportugal), coleccionador de todo o tipo de merchandising desta equipa e acima de tudo, sofredor Domingo após Domingo, em frente à televisão, colado ao Gamepass (melhor invenção do homem, depois da roda). No trabalho e entre amigos, sou um pouco visto como "lá vem este com o futebol americano só porque foi aos Estados Unidos". Vivo bem com isso. Aliás, tento explicar-lhes "há mais táctica e estratégia neste jogo, do que nas outras modalidades todas juntas" e acrescento "é um jogo espectacularmente justo". Nada os demove a eles, mas também nada me demove a mim! Razão pela qual continuarei a alimentar esta minha paixão Patriota e o sonho de um dia, assistir a um jogo em pleno Gillette Stadium (já lá estive, mas o preço dos bilhetes adiou-me a sua concretização). Se num destes dias os Patriots vencerem o 5º SuperBowl, já sabem, podem encontrar-me a festejar (provavelmente sozinho, ou talvez não) em pleno Marquês de Pombal!