Up & Down NFL: Week 1

Pedro Nuno Silva 12 de Setembro de 2013 Up & Down Comments
Up & Down - Week 1

Up & Down NFL: Week 1

Up & Down - Week 1

Up & Down – Week 1

Up

Denver Broncos (1-0)

Perdão! Peyton Manning! O Rei de Mile High deu inicio às hostilidades em grande estilo e com grande estrondo. Os adeptos dos Broncos adoram, os fanáticos do Fantasy Football agradecem, os simpatizantes dos Ravens desesperam. Sete touchdowns num só jogo, igualando o recorde absoluto da NFL. O tiro de partida para a nova época em Denver foi dado mesmo com um tiro de canhão! Repetido 7 vezes…

San Francisco 49ers (1-0)

Também aqui se poderia falar de Collin Kaepernick, mas falo antes de Anquan Boldin, o receiver que Jim Harbaugh sacou ao irmão John, uma decisão que soa a vingança ao Harbowl de New Orleans e que muito deve ter aquecido os almoços e jantares em casa do pai Jack Harbaugh. Mas o mais saboroso foi mesmo a vitoria sobre uns sempre candidatos Packers e a confirmação de que, por Candlestick, passa mesmo o comboio das grandes decisões de Janeiro.

Philadelphia Eagles (1-0)

Gosto da ideia de uns Eagles vitoriosos. Gosto da ideia de ver Chip Kelly dar certo na NFL. Gosto da imagem de Vick, Mccoy e Jackson a deixarem os adeptos de Philadelphia em delírio. Mas gosto sobretudo de pensar no gozo que vai ser seguir este ano a NFC East, com as quatro equipas a degladiarem-se, milímetro a milímetro, por um lugar nos playoffs! Oh sim! Que belas insónias vou passar nos magníficos Sunday and Monday Night Football! Diziam que a mais forte divisão da NFL era a NFC West. Huumm! Acho mesmo que continua a ser a NFC East.

Down

Jacksonville Jaguars (0-1)

Nem adianta falar muito da equipa de Shahid Khan. Se a trazemos aqui é apenas para deixarmos uma sugestão aos responsáveis dos Jags: Blaine Gabbert, está visto que não dá para mais. Agora até se magoou. Porque não ir buscar o rapaz da terra, um tal de Tim Tebow? A desgraça não será pior do que promete ser e, de caminho, dão um motivo extra para os cada vez mais raros adeptos da equipa se deslocarem ao EverBank Field para verem apenas uns lindos equipamentos, no dorso de jogadores que não sabem bem o que andam a fazer. Imaginem esta cartaz à entrada do estádio: It's Tebow Time In Jacksonville! Nice, hein?!

Pittsburgh Steelers (0-1)

Chegou a ser penoso, pior do que isso, caricato, ver o ataque dos Steelers este fim de semana. E mais penoso quando percebemos que a defesa, apesar de todas as vicissitudes porque passou, ainda é uma garantia para Mike Tomlin! Mas o ataque? Meu Deus! Ou muito nos enganamos, ou os rumores das desavenças entre Ben Roethlisberger e o Coordenador Ofensivo Todd Halley, já sussurrados o ano passado, parecem cada vez mais difíceis de disfarçar. Já agora: depois de ver Rashard Mendenhall com os Cardinals ou Mike Wallace com os Dolphins, em contraste com… com quem? no ataque dos Steelers apetece perguntar: percebemos a ideia de renovação, mas seria preciso deixar a equipa sem… ataque?

New England Patriots (1-0)

Ganharam. Tudo bem! Mas não ganharam para o susto! E sobretudo confirmaram um receio que muitos adeptos da equipa tinham. Sem Welker, sem Hernandez, ainda sem Gronkosvsky, sem Lloyd, sem Ballard… que armas restam a Brady? Pensará Belichick que Amendola, com a saúde por um fio a cada play call, Edelman e uns rookies verdinhos podem dar conta do recado? Na quinta feira recebem os Jets, mas Amendola e Sudfeld não devem jogar. Frente a uma equipa no fio da navalha, Brady e os seus jovens companheiros vão também estar em cheque. Uma vitória convincente pode ajudar a afastar as duvidas, mas até lá, a sensação que ficou da equipa em Orchard Park foi que a manta está curta, muito curta no ataque de New England!

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Pedro Nuno Silva

Português. Duriense de nascimento. Tripeiro de coração. Minhoto por adopção. Numa palavra: nortenho. Ou seja, tinha tudo para ser um ignorante sobre futebol americano. Mas a 2 de Fevereiro de 2009 tudo mudou graças a cerca de 2 minutos de um jogo que era até aí um mistério insondável! Os culpados? Todos os jogadores dos Steelers e dos Cardinals. Mas, em particular, Ben Roethlisberger e Santonio Holmes e aquele touchdown a 30 segundos do final do jogo num equilíbrio improvável e que desafiou as leis da física e se pode colocar ao lado de um qualquer volteio do mais virtuoso bailarino do Bolshoi. A paixão pelo jogo cresceu de tal forma que hoje olho à minha volta e acho estranha tanta algazarra por causa das vitórias do F.C.Porto, da nossa seleccção ou das birras do CR7. Definitivamente tornei-me num alien em pleno coração do Alto Minho!