Power Rankings: NFL 2017 Week 2

João Morão 21 de Setembro de 2017 NFL, Power Rankings Comentários Desligados
NFL Power Rankings

Power Rankings: NFL 2017 Week 2

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Power Rankings: NFL 2017 Week 2

Não é estranho que no grupo dos cinco primeiros moram cinco dos melhores quarterbacks da liga. Sim estou a incluir o injustiçado Alex Smith. Num ano em que se fala em meter o homem a andar (outra vez) o show que está a dar é extraordinário. Venham-me com a conversa que o homem é um gestor de jogo e com tangas dessas. Eu respondo: O homem passeia classe e sabedoria. Despachem-no e para o ano temos os Kansas City Chiefs a chorar e à procura de rumo. Neste primeiro grupo vale ainda a pena destacar Oakland Raiders, Denver Broncos e Carolina Cardinals que estão de volta à elite. Baltimore Ravens e Detroit Lions a espreitar à porta mas com mais para provar que os companheiros de cima. Sim eu sei… Os Seattle Seahawks ganharam e eu baixei-os 3 lugares. Para quem me vier chatear pela decisão, fica a pergunta: Viram o jogo? É que eu vi! Infelizmente de fio a pavio e ainda estou mal disposto! Não me lembro de nada tão mau desde os tempos do T-Jackson e para mim esses tempos (como qualquer coisa que tem um T maiúsculo antes do nome) são pré-históricos. Fica aqui um muito obrigado às defesas em campo: A dos Seattle Seahawks porque mais uma vez foram excepcionais e à defesa dos San Francisco 49ers por terem deixado cair as 4 ou 5 bolas fáceis que o Wilson lhes endereçou com cuidado e carrinho para intercepção. Para um ferrenho Seahawk como eu cada uma destas defesas à sua maneira, acabaram por ser determinantes na vitoria conseguida. O meu muito obrigado a ambas! A seguir o grupo dos verdadeiros contenders que tiveram uma má semana. Injusta mesmo a posição em que meti os Vikings que estão definitivamente amaldiçoados nos quarterbacks. A muita qualidade de Dallas está em clara ressaca mediática e há beira de ser tudo preso ou suspenso. Já Tampa e Arizona estão em ascensão e são um perigo latente especialmente para os mais desatentos. Voltamos à zona da roleta. Neste jogo de azar e de presença constante nos filmes do 007, cada vez que a bola roda tanto pode dar preto como vermelho. Acontece o mesmo com as equipas neste grupo: Cada vez que temos jornada a inconsistência desta gente leva a que tanto podem conseguir a mais fabulosa vitória, como a mais patética derrota. Philadelphia Eagles, Miami Dolphins, Tennessee Titans, Washington Readskins, Indianapolis Colts, Houston Texans e Los Angeles Rams. Podiam formar um grupinho chamado Oceans 8. Faltará sempre a actriz gira… Mas aqui, nesta latitute, não podemos pedir milagres. Os Jacksonville Jaguars depois de (mais uma) estrondosa derrota voltam ao mesmo. Muita promessa e poucos resultados. Começam sempre a dizer que é desta que vão aos playoffs e acabam sempre a disputar uma excelente posição para o draft do ano seguinte. É este ano que a historia muda? Se querem a minha opinião, com o Bortles por lá, será difícil… Muito difícil mesmo. Os corpos estranhos na ultima coluna dos power rankings são claramente os Cincinatti Bengals, os New York Giants e os New Orleans Saints (o que é que o Brees aqui anda a fazer!!!  Devia ter uma equipa de Top 5). Já o resto é tudo clientela habitual desta zona meridional. As primaveras de Parga anunciadas na week 1 com as boas exibições dos Chicago Bears e Cleveland Browns acabaram rapidamente esmagadas pelo tanques da mediocridade. Os Los Angeles Chargers assumem-se no espaço de identidade dos Jaguars com um Quarterback “a la Saints”. Apenas os San Francisco 49ers e New York Jets continuam consistentemente maus.

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João Morão

As causas são múltiplas: Primeiro em 1998 colocado pela minha empresa na Alemanha, passei alguns fins-de-semana a jogar flag futebol numa base militar americana maioritariamente com a boa gente de Seattle. Desta altura vem o gosto. Depois em 2005 em Jackson Hole (Wyoming) assisti em directo à transmissão do Super Bowl XL dos meus Seahawks contra os Steelers. Foi um jogo de má memória e de pior arbitragem que me deixou um amargo permitido apenas pela perda de algo de que gostamos muito. Desta altura vem a militância. Finalmente: A desilusão e desgaste causado pelas assimetrias, manobras, golpadas e falta de fair-play do soccer, viraram-me definitivamente para um desporto mais justo, mais sério, mais competitivo, mais brutal (é certo), mas de maior entrega e de incomparavelmente maior emoção: O Futebol Americano. Nas horas “vagas” sou pai de 4 filhos (Um deles é dos Giants vai-se lá saber porquê!?).

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