Power Rankings: NFL 2017 Week 3

João Morão 7 de Outubro de 2017 NFL, Power Rankings Comentários Desligados
NFL Power Rankings

Power Rankings: NFL 2017 Week 3

Power Rankings: NFL 2017 Week 3

Power Rankings: NFL 2017 Week 3

Numa semana de muitas surpresas na frente apenas a escandalosa derrota de Pittsburgh frente a Chicago. Mas por regra e numa semana favorável a underdogs Green Bay e New England, graças aos seus GOTs Quarterbacks não foram na lógica canina.

Abaixo do Top 5, obrigue-me esta semana a repor justiça. São a equipa que mais lesões e reveses sofre na liga. São uma equipa carregada de undrafts e de heróis improváveis. No lançamento do jogo na NFL network foi consensual dar os Vikings como derrotados e vamos a ver e Pumba. Vitória e exibição sem espinhas com um Quarterback de terceira categoria em campo. Começo a observar o padrão que quanto mais difícil melhor eles conseguem… Uma merecida sexta posição.

No segundo pack entre vitorias e derrotas continuam os contenders Oakland, Dallas, Denver, Carolina e os Seahawks que teimam em manter a típica inconsistência que caracteriza faz anos um sempre mau mês de Setembro.  Neste grupo para mim os corpos estranhos são Filadélfia, Detroit, Buffalo e Tennessee nesta semana (quase) todos com vitorias mas para mim ainda sem estatuto de contenders.

No terceiro pack boas vitórias dos Readskins, Rams, Saints e especialmente dos Jaguars (possivelmente a jogatana do ano para esta gente). As más exibições de Tampa e Arizona enterraram-nos na tabela, ainda que honestamente contínuo a ter fé nos Cardinals (Fé, que confesso nunca ter tido nos Buccaneers).

Finalmente o carro vassoura. A salutar a vitória do Bears e especialmente do Jets. A assinalar a continuação do bloqueio mental dos Bengals e a disfuncionalidade dos Giants personificada no talentoso e hipermimado OBJ. Uma referência ao mau arranque de Miami e abaixo disto não há nada de novo.

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João Morão

As causas são múltiplas: Primeiro em 1998 colocado pela minha empresa na Alemanha, passei alguns fins-de-semana a jogar flag futebol numa base militar americana maioritariamente com a boa gente de Seattle. Desta altura vem o gosto. Depois em 2005 em Jackson Hole (Wyoming) assisti em directo à transmissão do Super Bowl XL dos meus Seahawks contra os Steelers. Foi um jogo de má memória e de pior arbitragem que me deixou um amargo permitido apenas pela perda de algo de que gostamos muito. Desta altura vem a militância. Finalmente: A desilusão e desgaste causado pelas assimetrias, manobras, golpadas e falta de fair-play do soccer, viraram-me definitivamente para um desporto mais justo, mais sério, mais competitivo, mais brutal (é certo), mas de maior entrega e de incomparavelmente maior emoção: O Futebol Americano. Nas horas “vagas” sou pai de 4 filhos (Um deles é dos Giants vai-se lá saber porquê!?).