Power Rankings: NFL 2015 Week 17

João Morão 9 de Janeiro de 2016 NFL, Power Rankings Comentários Desligados
NFL Power Rankings

Power Rankings: NFL 2015 Week 17

NFL Power Ranking – Week 17

NFL Power Ranking – Week 17

1º Carolina Panthers

Acabam justamente o ano em primeiro mas como doses de arrogância pouco saudáveis. Selfies de Grupo antes dos jogos acabarem pagam-se caras.

Para uma equipa sem grande traquejo de playoffs parece que se esqueceram que os últimos 3 jogos que (podem) faltar, serão mais difíceis que conseguir 15-1 na regular season.

2º Arizona Cardinals

Nos antípodas dos vizinhos de cima e com os pés bem na terra. Como disse Arians a derrota esmagadora com os Seahawks foi o melhor que lhes podia ter acontecido antes da entrada na recta final. Um verdadeiro toque de despertar para a melhor equipa da NFC, que pode fazer toda a diferença.

3º Denver Broncos

E no fim Peyton Manning salvou o dia e deu-lhes a 1st seed da AFC. Numa equipa que tem para mim a melhor e mais desvalorizada defesa da NFL o seu calcanhar de Aquiles, estranhamente está num ataque, que mesmo cheio de vedetas é muito irregular.

Ainda para mais está (finalmente) aí o frio!

4º Cincinnati Bengals

Aposto que mais uma vez vão cair na primeira ronda dos play offs mantendo a incontornável sina e perpetuando o mito. Já é público que Dalton não joga e AJ McCarron com pouca estaleca não vai aguentar a força da tradição.

Mais ainda estando quem está do outro lado…

5º New England Patriots

Nos últimos 6 jogos 4 derrotas colocam os Patriots em clara queda de produtividade. Parece que o ódio e raiva que os alimentava contra toda a NFL esmoreceu e os enfraqueceu qual ressaca depois da euforia. Depois e pior é que na AFC, Kansas, Pittsburgh, Denver e Cincinatti emanam ambição e agressão.

Mesmo mantendo o estatuto de principal candidato, para Nova Inglaterra, chegar ao super bowl vai ser bem mais difícil este ano.

6º Kansas City Chiefs

O meu Dark Horse da AFC para chegar ao SB50. Sem se dar por eles levam 10 jogo seguidos a ganhar e pelo meio limparam Denver, Pittsburgh, Buffalo entre outros.

Alex Smith é mais que um gestor de jogo. É um estratega e um atleta. Depois vem a segunda mais desvalorizada defesa da NFL que normalmente mantem os adversários com scores baixos. Para finalizar: Têm experiência de play offs.

Tenham medo. Tenham muito medo!

7º Seattle Seahawks

Diz o povo que há bens que vêm por mal. A sabedoria popular resume a época regular de Seattle. A lesão de Graham, a falta de running backs e um mau arranque (fruto de vaidades e de um difícil calendário), levaram a que Carroll, sem nada a perder, abrisse o playbook e quase sem querer abriu a caixa de pandora. Passou-se da míngua à fartura em nada.

Eu estou optimista no valor da equipa. Mas não se enganem, quem conduz depressa tem mais hipótese de chegar primeiro mas corre mais riscos. Presos por ter cão e presos por não ter.

8º Minnesota Vikings

Não são nem os Cardinals nem os Panthers carregados de experiência que são os grandes vencedores da NFC. Para mim a equipa surpresa desta conferência foram os jovens e ambiciosos Vikings. Com um calendário difícil e numa divisão de morte espetaram 11-5 à navegação.

Verdade que são imaturos. Verdade que as vezes desaparecem contra adversários teoricamente mais apetrechados. Mas não subestimem quem não tem nada a perder. Ao contrário dos vizinhos de cima e de Green Bay, se a época dos Vikings acabar nos wild cards é para eles uma excelente temporada.

Não subestimem quem tem força, talento e nada a perder.

9º Green Bay Packers

Percurso à New England mas no lado da NFC. Nos últimos 10 jogos 6 derrotas com A-Rod a jogar mal que se farta num ataque paupérrimo. Tem sido a defesa a salvar alguma honra e a manter alguma esperança. O que é pouco. Muito pouco.

Se nestes jogos não trouxerem o peso da tradição e o calo dos grandes momentos não passam em Washington.

10º Pittsburgh Steelers

Talvez tenha sido a equipa a quem melhor tirei o azimute no início da temporada. De resto era fácil de prever a muita capacidade ofensiva que Roethlisberger e de Brown, assim como também era fácil de prever o fraco desempenho de uma defesa remendada.

São uma equipa de grandes amplitudes térmicas que marca e sofre muito. Mesmo assim um caso sério que levanta montanhas de problemas a quem os defronta.

Eu tenho sonhado com a vingança do “roubo” do SB40 exactamente 10 anos depois. Hollywood style como se impõem, com o bombom de ser o mesmo Roethlisberger a cair. Desculpem-me os fãs dos Steelers, mas há cicatrizes profundas que tarde ou nunca se curam.

11º Washington Redskins

Dois factores salvaram a época nos Redskins, que são reconhecidamente uma das equipas mais disfuncionais de NFL.

Primeiro uma divisão miserável e nivelada por baixo. Começa a ser regular na NFL todos os anos existir uma divisão tão má que permite equipas medíocres chegarem aos paly offs.

Em segundo, tiveram um calendário extremamente fácil e este factor foi fundamental para permitir o crescimento de Cousins e estabilizar a equipa.

Independentemente do mérito de chegar aos play a equipa parece-me curta para sobreviver à primeira ronda.

12º Houston Texans

Este ano na NFL não exitiu apenas uma divisão miserável mas duas. O primeiro factor que se aplica aos Redskins também se aplica aos Texans e aqui novamente uma equipa medicre conseguiu chegar aos play offs.

Verdade que neste caso tem Watt que é o melhor jogador da actualidade e têm Hopkins que se está a transformar num caso sério como receiver. Mas não têm quarter back e beneficiaram de uma campanha de pesadelo por parte dos Colts.

Em resumo: assim com os vizinhos de cima assumem-se como carne para canhão na ronda dos wild cards. Posso estar enganado. Mas duvido que esteja.

13º New York Jets

Gosto da calma do Bowles da maneira como ele organiza a equipa e encara os jogos. Notem que este ano os Jets não foram o circo do costume e não tivemos a palhaçada dos tempos do gordo.

Notem que com menos armas a equipa foi mais longe e jogou mais. Notem também que pela primeira vez nos últimos anos houve muito jogadores a produzir acima da sua média e das suas potencialidades.

Este ano falharam por pouco, mas passando o sabor acre fica a doçura que o anúncio de futuras vitórias proporciona.

14º Atlanta Falcons

Mais um ano falhado numa equipa que teima em não sair da mediocridade. Um calendário mais difícil esfumou-lhes todas as possibilidades e ilusões.

Tiveram o seu Super Bowl na vitória que infligiram a Carolina.

15º Buffalo Bills

Rex Ryan para mim é mais que um ódio de estimação, ele para mim personifica a incompetência provada estatisticamente.

Com o passar dos anos percebo cada vez a mais a táctica de ladrar muito para desviar atenções de época atrás de época falhada. É a conveniente e humilde queixa quando está a correr mal entrecortada pela fanfarronada e alarvidade quando lá aparece qualquer coisa.

Os adeptos dos Bills ainda não perceberam esta táctica de cortinas de fumo pois estão sempre a cair de bêbados antes dos jogos. Só pode.

16º Indianapolis Colts

Luck muito mal no início da época comprometeu o franchise a um ponto sem retorno. Manter Pagano e ter o estrelar quarter back com dores de crescimento não é obrigatoriamente mau. É perceber o futuro e acreditar no que se constrói.

Ao contrário de Tampa e São Francisco e outros excitados de curto prazo: Para o ano vão andar nos primeiros lugares outra vez.

17º Oakland Raiders

Pela primeira em vez em muitos anos e pela primeira vez após a morte de Al Davis foram uma equipa que jogaram à bola e não apenas um logo giro em cool roupa americana.

Carr tem futuro assim como o jovem corpo de receivers. Têm reconstruído muito bem do draft e têm um cap space capaz de fazer inveja ao tio patinhas.

Esta história de deixarem Oakland para irem para Los Angels pode-lhes tramar 2016. Arrisco mesmo a dizer: Se mudarem este ano de Oakland para Los Angels vão tramar a época de 2016.

Seja como for, a par dos Vikings, têm o futuro do seu lado.

18º Philadelphia Eagles

Assim como na história do Dr. Frankenstein, o monstro construído pelo génio louco Kelly correu muito mal.

Eu ficava tonto a ver os jogos dos Eagles. Sentado no sofá, estendia a mão para apanhar o copo de Martini e já estava: 3 and out. Bola para o adversário que há boa maneira tradicional construía pausadamente as jogadas (e vitórias) através do huddle.

Graças a Deus que não sou dos Eagles, pois se fosse tenho a certeza que durante estas duas épocas tinha tido um aneurisma. E pior: Os jogos são maioritariamente ao fim de semana.

19º Detroit Lions

São uma boa equipa com um excelente roster que teve um arranque de pesadelo. Se a regular season tivesse começado a seguir ao bye na week 10 em 8 jogos tiveram 6 vitórias.

Há que manter a confiança em Stafford e apostar em reforçar uma secundaria débil, pois no front seven defensivo e no ataque precisam de pouco. i.e –se o Calvin Jonhson não se reformar. Então sim seria a desgraça…

Estão aí para o ano e com o Megatron temos uma novela gira para acompanhar na off season. A mim cheira-me a golpada…

20º New Orleans Saints

Um bom final de época e um dono que finalmente percebeu que tem que dar mais poder, estabilidade e confiança a Sean Payton.

Têm que reconstruir do draft, especialmente na secundaria onde o faltoso e desequilibrado Browner é apenas um subproduto do sucesso de outros.

Mas há esperança em Nova Orleans. Watson simboliza a juventude e renovação de uma equipa que tem espaço para crescer. Especialmente mantendo Brees ao volante.

Se melhoram a defesa no darft e para o ano estão outra vez nos play offs.

21º St. Louis Rams

Segundo as notícias de hoje na miserável temporada dos Rams todos são culpados menos o Jeff Fischer. Despediram todo o corpo técnico e safou-se o Head Coach. Em resumo: A culpa é da orquestra e não do maestro. Sem dúvida os Rams são um exemplo de liderança.

Mas quando estamos a falar do Jeff Fischer de quem estamos a falar? Passo a explicar: Estamos a falar de um treinador quem em 20 épocas na NFL tem cerca de meia dúzia acima dos 0.5. Estamos a falar do lobista/sindicalista que entra em todos os comités que pode desde a arbitragem às regras. Estamos a falar do amigo dos jornalistas que consegue sempre boa imprensa para desviar atenções e do lambe-cús dos donos que qual yes man está lá sempre para agradar (Baalke e York ainda não perceberam que têm o vosso homem aqui na divisão?). Estamos a falar do tipo que não tem pejo em mandar os jogadores aleijar adversários, nem princípios quando não defende a integridade dos seus próprios atletas. Regamos agora esta mistura com a dose certa de arrogância, polemica e falta de vergonha e temos o tipo mais abjecto da NFL.

Os Rams merecem mais que esta barata que parece sobreviver a todos os holocaustos.

22º Tampa Bay Buccaneers

E pimba lá se foi o Lovie Smith. Tarde e a más horas despacharam um treinador que finalmente começava a alicerçar o projecto da equipa e a devolver credibilidade ao franchise.

Os Glazer podem perceber muito de alta finança mas de Futebol Americano duvido. A história é simples e parece que nos franchises disfuncionais se repete: Quando se começa a ver a luz ao fundo do túnel, rebenta-se com o túnel.

Tampa, Cleveland, Miami e Tennessee deviam ter um campeonato próprio ou então realocarem-se para a CFL.

23º New York Giants

Muita emoção na saída de Tom Coughlin mas nesta, eu estou com o Mara. É verdade que na conferência de imprensa o velhote saiu como um boss, mas honestamente a mim parece-me que já saiu tarde.

Os adeptos dos Giants têm que estar agradecidos ao que o histórico treinador conseguiu, mas nesta altura o conservadorismo, lentidão e teimosia de Coughlin apenas estava a atrasar a equipa. Vamos ver quem será o Head Coach mas a escolha certa vai catapultar a equipa para outros voos e dar-lhe outra ambição. Têm muito potencial além do Beckham e é essa a minha expectativa.

De resto é normal que o Eli tenha ficado triste com a saída do velhote. A mudança de página e maior exigência vão-no colocar sobre uma pressão que o vai obrigar a sair da sua zona de conforto e a apresentar resultados outra vez.

24º Miami Dolphins

Poucas palavras para o franchise mais neutro e que por cima da sua riquíssima historia insiste em ser medíocre. Para mim a saída de Philbin foi tão tardia como injusta e precipitada a falta de aposta em Campbell.

Descontrolados na Free Agency e sem liderança vegetaram na difícil AFC East. Têm muito talento na juventude de Landry e na força de Suh. O Tannehill não é nada mau. Mas falta-lhes front office e método e esta shortage na divisão mais organizada da NFL é mortal.

25º Jacksonville Jaguars

Anda tudo nervoso com o Bradley mas eu não percebo porquê. Nos últimos dois anos a equipa passou de ser uma anedota a ser uma equipa respeitada. Têm em Bortles um quarter back estável e em construção. Desenvolveram o corpo de receivers mais jovem e de maior futuro na NFL. Como todos os defeitos e insuficiências na secundaria, o front seven não é o passador de outros tempos. Finalmente Khan tem-se mostrado paciente e confiante.

Para mim saíram do clube dos franchise cronicamente disfuncionais e com Oakland e Minnesota podem dar cartas a curto prazo. Com uma boa off season e estabilidade daqui a dois anos estão a dar cartas a outro nível na AFC.

26º Baltimore Ravens

As lesões podem destruir uma época. Este ano Baltimore a par de San Diego e Dallas, foi uma das equipas que mais sentiu isso.

Perderam Falcco, Steve Smith, Suggs, entre outros nomes menores mas ainda assim bastante relevantes. Tivessem estas peças em campo a época toda e a história teria sido bem diferente.

Para os Ravens, useiros e vezeiros nestes altos e baixo temporada sim temporada não. Para o ano anuncia-se uma temporada em crescendo.

Não há razão objectiva para que não seja.

27º Chicago Bears

É a equipa que me custa mais escrever, pois parece que falta lógica e principio de gestão e direcção no franchise.

Parece-me que houve um desinvestimento desde o início e que 2015 foi visto em Chicago como uma época de transição. Fica essa sensação. Mas depois analisamos e é incomodativa a presença tradicional de Fox e o desleixo que em dois anos está a ditar a destruição da melhor dupla de receivers da NFL.

Vou investigar a fundo para ver se percebo a estratégia dos Bears para 2016. Para o ano tem que ser mais que a recorrente novela à cerca do valor de Cutler numa equipa que se desmembra à sua volta.

28º San Francisco 49ers

À boa maneira da saga do Padrinho, para gaudio dos mafiosos os tipos bons continuam a cair que nem tordos em São Francisco. Contra todas as expectativas lá se foi o Tomsula que tem a enorme culpa de ter aceitado conduzir um carro que lhe deram desgovernado.

O York dentro da lógica do limpo o sebo a todos para salvar o pêlo continua qual Rambo a aviar de enfiada gente com valor para fora da organização. Salva-se o side kick Baalke que ou tem fotografias comprometedoras do York com um burro ou é efectivamente o burro que o York usa nos seus devaneios sexuais.

As notícias que procuram um head coach que seja um mastermind ofensivo são inquietantes e não auguram nada de bom. Receio que 2016 seja o estender da agonia de São Francisco.

Como Seahawk fanático que sou eu devia estar todo contente, mas não estou. Sinto falta dos tempos do Harbaugh e da tensão dos jogos contra São Francisco. Sinto falta do respeito que a divisão impunha e do vergar da NFL a toda a nossa superioridade.

Tudo destruído por um cretino com a síndroma de excesso de protagonismo ou deficit de atenção.

29º San Diego Chargers

Um ano para esquecer numa equipa que como os Cowboys foi arrasada pelas lesões.

Mais do que no campo desportivo a novela da saída para Los Angeles foi omnipresente na temporada desfocado e relegando para segundo plano os resultados.

Foram sempre uma equipa órfã e amorfa que teve o culminar de desligamento no processo de afastamento de Weddle.

Depois de um bom 2014, creio que a pauta futura será à imagem de 2016.

30º Dallas Cowboys

A culpa da péssima temporada não é toda do Jerry Jones. Desta vez não é. Tanto mais que este ano foi tudo feito certo: Um bom draft. Uma Free Agency sem parvoíces nem loucuras. Mantêm a base de uma excelente equipa que o ano passado fez mossa e mantêm o projecto de Garrett, um tipo da casa com provas dadas.

Este ano com as lesões do Romo, do Bryant entre muitos outros contratempos efectivamente tiveram muito azar.

Mal gerida efectivamente talvez só a situação do Hardy, mas mesmo aqui a má gestão foi apenas ao nível mediático e nunca em detrimento da equipa.

2015 foi um ano de azar em Dallas. Acontece.

31º Cleveland Browns

São a equipa mais disfuncional de NFL. São primeiros apenas na escala de desapontamento e este ano no jogo com Baltimore escreveram mais uma página dessa bíblia.

O processo e a gestão dos quarterback e especialmente do Manziel ao longo da época foram uma anedota permanente.

Muito fracos e muito maus e com um fecho de temporada mais agreste que o começo fica a pairar a promessa que a torneira de asneiras se vai manter aberta em 2016. Triste para os adeptos dos Browns, mas divertido para quem olha de fora. É tão mau que é cómico.

32º Tennessee Titans

São tão maus ou piores que os Browns mas não têm a piada que os Browns conseguem ter. Em resumo: São há muitos anos consistentemente maus e consistentemente aborrecidos.

Mariota pode fazer a diferença. Mas uma andorinha não faz a primavera. Especialmente numa equipa amorfa e pastosa.

About The Author

João Morão

As causas são múltiplas: Primeiro em 1998 colocado pela minha empresa na Alemanha, passei alguns fins-de-semana a jogar flag futebol numa base militar americana maioritariamente com a boa gente de Seattle. Desta altura vem o gosto. Depois em 2005 em Jackson Hole (Wyoming) assisti em directo à transmissão do Super Bowl XL dos meus Seahawks contra os Steelers. Foi um jogo de má memória e de pior arbitragem que me deixou um amargo permitido apenas pela perda de algo de que gostamos muito. Desta altura vem a militância. Finalmente: A desilusão e desgaste causado pelas assimetrias, manobras, golpadas e falta de fair-play do soccer, viraram-me definitivamente para um desporto mais justo, mais sério, mais competitivo, mais brutal (é certo), mas de maior entrega e de incomparavelmente maior emoção: O Futebol Americano. Nas horas “vagas” sou pai de 4 filhos (Um deles é dos Giants vai-se lá saber porquê!?).