A História do Futebol Americano e da NFL

Pedro Nuno Silva 8 de Julho de 2012 História Comentários Desligados
NFL Destaque

As Origens do Futebol Americano

Primeiro: o Futebol Americano não é futebol! É da família do futebol, mas não é futebol!

É um irmão mais próximo do rugby, é da mesma família, mas também não é rugby.

Segundo: o Futebol Americano também se joga com 11 jogadores… mas não é futebol.

Os americanos que, como está bom de ver, foram os seus criadores, chamam-lhe “Football” para não haver confusões com o “Soccer”. Claro que para nós europeus isto é tudo muito confuso porque “football” é o que jogamos por cá, deste lado do Atlântico e não o que se joga por lá, no outro lado do Atlântico. Bom, os italianos para serem diferentes, chamam-lhe “calcio”… mas vamos esquecer esse pormenor.

Por outro lado, a diferença entre o nosso futebol ou soccer e o futebol deles ou football é fácil de ver: na realidade o nosso é que é verdadeiramente bola no pé e ai daquele que ponha as mãos na bola… tirando os guarda redes, claro. Ora no football deles a bola anda mais na mão do que nos pés… Bom, também não vamos por aqui para explicar o que é o American Football.

Equipa de futebol americano no início do séc, XX

Equipa de Futebol Americano no início do séc. XX.

O football tem as mesmas raízes do rugby e do association football ou soccer. Na realidade, todos estes desportos coincidem na concepção de um jogo colectivo jogado entre 2 equipas, dispostas num terreno relativamente grande e com o objectivo de levarem uma bola até a uma linha de fundo, defendida pela outra equipa. Mas enquanto no soccer se limitou a progressão no terreno a jogadas com os pés e se decidiu pelo uso de uma bola esférica, no rugby e no football (ou gridiron, como também é conhecido o futebol americano) a progressão no terreno faz-se, essencialmente, à mão e com recurso a uma bola oval.

Outra diferença importante é a própria zona que a equipa que ataca tenta alcançar. Com o tempo, no soccer, esse espaço passou a estar confinado a uma zona específica do terreno delimitada “tridimensionalmente” por uma baliza. No rugby e  no football essa zona (end zone ou zona de ensaio) é um espaço colocado nas cabeceiras do campo e que a equipa que defende tenta impedir, a todo o custo, que o adversário alcance.

As origens do que é hoje o football podemos encontrá-las ainda no século XVII, com os primeiros colonos da Virginia, que se entretinham com o que não era mais do que um jogo importado da Europa, o “mob football“, que, por aqueles tempos, se jogava em Inglaterra.

Até ao séc. XIX, o jogo manteve-se sem regras claras e era mais uma tradição universitária do que propriamente uma actividade desportiva bem definida. Era famoso o “Bloody Monday”, organizado na Universidade de Harvard, a partir de 1827 e que, basicamente, consistia num embate violento entre os caloiros (os “freshman”) e os alunos do 2º ano (os “sophomores”), em equipas com um número de jogadores indefinido.

A falta de regras próprias manteve-se até ao início da década de 70 do séc.XIX e elevaram o football a níveis de violência e brutalidade que eram considerados, por muitos, afinal a sua essência e o fim último do jogo. A violência era tal que os jogos acabavam sempre com inúmeros jogadores lesionados e existem mesmo relatos de vítimas mortais entre os praticantes do football daquele tempo. Este facto levou a que, apesar da sua popularidade crescente. a prática do football acabasse por ser proibida nas Universidades americanas.

Banido das Universidades, surgiu então no Massachussets um jogo híbrido que misturava a corrida com bola, tão característica do rugby, com o avanço a pontapé . Esta variante do football inicial começou a ganhar adeptos nos liceus da zona de Boston, tendo ficado, por isso, conhecido pelo “Boston Game”. Em 1862 surge em Boston aquele que muitos consideram o primeiro clube de football dos USA: os Oneida Football Club.

Mas apesar da evolução do jogo, as regras mantinham-se pouco claras, fazendo-se uso das leis da English Football Association e de jogadas típicas do rugby, especialmente no jogo em corrida.

O cisma entre o rugby e o football deu-se, definitivamente, por volta de 1870 quando o sr. Walter Camp, estudante e jogador da Universidade de Yale, New Haven, Connecticut e um entusiasta do novo jogo que então surgia e se começava a jogar em várias Universidades dos USA, introduziu um conjunto de regras novas no que era até aí o rugby e que o transformaram num jogo completamente diferente. Entre essas regras destacam-se  a instituição do conceito da “line of scrimage” e do “down and distance for down”. Estas foram as regras que estiveram na origem do que é hoje o futebol americano.

Em finais do séc.XIX, inícios do séc. XX, treinadores como Eddie Cochems, Amos Alonzo Stagg, Knute Rockne e Glenn “Pop” Warner introduziram novas regras, entre as quais aquela que transformou definitivamente o football ou gridiron, como também é conhecido, no jogo que hoje conhecemos: o passe para a frente! Esta regra é absolutamente proibida, como sabem , no rugby, onde a progressão apenas se pode fazer com passes para trás, corrida ou pontapés na bola para a frente. Na verdade, os passes para trás (os laterals) são também permitidos no football, mas apenas são usados em situações limite, nomeadamente, quando a equipa que está a atacar já tem pouco tempo para marcar um TD e o jogo se aproxima do seu final.

Em 6 de Novembro de 1869 disputou-se aquele que todos consideram ter sido o primeiro jogo de football da história entre a Rutgers University e os seus vizinhos da Princeton University. O jogo disputou-se no campus de Rutgers, em New Jersey e terminou com a vitória da equipa da casa por 6-4.

EM 1892 William “Pudge” Heffelfinger's recebeu 500 dólares para jogar uma partida pelos Allegheny Athletic Association contra os Pittsburgh Athletic Club. Nascia o futebol profissional!

O Nascimento da NFL

Em 1903 foi criada a primeira Liga Oficial de Football: a Ohio League.

No entanto, o primeiro jogo de futebol americano profissional só teria lugar em 1919 e seria disputado entre os Buffalo Prospects e os Canton Bulldogs. Nestes últimos brilhava uma estrela chamada Jim Thorpe, provavelmente o maior atleta que já viveu à face da terra: campeão olímpico do pentatlo e declato nos Jogos Olimpicos de 1912, em Estocolmo, campeão de futebol americano com os Canton Bulldogs e que jogou ainda nas ligas profissionais de baseball e basquetebol.

Mas Thorpe não foi só um grande atleta. Thorpe foi quem teve a ideia da criação de uma Liga Nacional de Futebol Americano. Sim, Thorpe foi o pai da NFL.

E assim, em 1920, foi criada a American Professional Football Association que mudaria o nome, 2 anos depois, para National Football League, a NFL original.

Para a posteridade ficam o nome dos 11 clubes que formaram a American Professional Football Association:  os Akron Pros (os primeiros campeões de futebol americano profissional), os Canton Bulldogs (a equipa que Jim Thorpe representou), os Cleveland Indians, os Dayton Triangles, todos vindos da Ohio League; os Hammond Pros e os Muncie Flyers do estado de Indiana; os Rochester Jeffersons do estado de New York e os Rock Island Independents e, por último. os Decatur Staleys e os Racine Cardinals, depois chamados Chicago Cardinals, do estado de Illinois.

Equipa dos Akron Pros em 1920

Akron Pros 1920

Dos clubes que formaram a NFL destacamos os Decatur Setaleys e os Chicago Cardinals. Na verdade, estes são os únicos 2 clubes originais que ainda existem na actual NFL. Os primeiros são agora conhecidos por Chicago Bears e os segundos mudaram de ares e, depois de uns tempos em St.Louis, fixaram-se definitivamente na área de Phoenix e mudaram o nome para Arizona Cardinals.

A única equipa da actual NFL que nunca mudou de nome ou de cidade, apesar de terem jogado muitas vezes na cidade de Milwaukee, também no Wisconsin, são os Green Bay Packers, formados em 1919, mas que apenas se juntaram à Liga em 1921.

Em 1925 os New York Football Giants juntaram-se à NFL. A designação NY Football Giants foi intencionalmente utilizada para que não fossem confundidos com os seus homónimos New York Giants, equipa da Major League Baseball, que mais tarde se mudaria de malas e bagagens para S.Francisco.

Em 1930 foi a vez dos Portsmouth Spartans juntarem-se à NFL. Depois de se mudarem para Detroit, em 1934, mudaram o nome para Detroit Lions.

Washington Redskins

Washington Redskins vs Chicago Bears em 1942

Por seu lado, os Dayton Triangles podem ser vistos como os percursores dos actuais Indianapolis Colts, muito embora se considerem franchises distintos e as raízes mais próximas da ex-equipa de Peyton Manning se venham a encontrar bem mais tarde, com a criação dos Baltimore Colts em 1953.

Em 1933, três novas equipas juntaram-se à NFL: os Pittsburgh Pirates, os Philadelphia Eagles e os Cincinnati Reds. Por essa altura, faziam parte da NFL 10 equipas.

Foi decidida então a criação de 2 divisões: a Eastern Division com os Philadelphia Eagles, os Brooklyn Dodgers, os New York Giants, os Boston Redskins (os actuais Washington Redskins) e os Pittsburgh Pirates; e a Western Division, formada pelos Chicago Bears, Portsmouth Spartans, Chicago Cardinals, Green Bay Packers e Cincinnati Reds.

Mais tarde os responsáveis pela NFL decidiram instituir um jogo disputado entre os vencedores das duas divisões, o NFL Championship Game.

Como notarão, muitas das equipas originais tinham o mesmo nome de equipas que faziam e fazem ainda hoje parte da liga profissional de baseball. Na realidade, eram extensões dessas equipas e chegavam a usar os mesmos recintos, como foi o caso dos Chicago Bears que jogaram no ainda existente e vetusto Wrigley Field, casa dos Chicago Cubs.

O primeiro draft da NFL teve lugar em 1936 e a 22 de Outubro de 1939 foi feita a primeira transmissão televisiva de um jogo de futebol, disputado no Ebbets Field, em New York, entre os Brooklin Dodgers e os Philadelphia Eagles, jogo que os da casa venceriam por 23-14. Os Brooklin Dodgers são mais um exemplo de uma equipa com ligações ao baseball. Hoje estão em Los Angeles e foram recentemente adquiridos por uma estrela gigante da NBA: Earvnig “Magic” Johnson.

Depois da 2ª Guerra Mundial, a Liga iniciou um processo imparável de expansão para sul e oeste dos USA, onde tinha ainda pouca expressão. Assim, logo em 1945, os Cleveland Rams mudara-se para Los Angeles passando a designar-se por Los Angeles Rams. Os Rams foram a primeira equipa, de todos os desportos profissionais, a ser criada na costa oeste dos USA.

Washington Redskins vs Chicabo Bears em 1942

Washington Redskins vs Chicabo Bears em 1942

Em 1950, mais 3 equipas foram admitidas na NFL: os Cleveland Browns, os San Francisco 49ers e os Baltimore Colts, todas provenientes da extinta All-America Football Conference. A liga passou a contar com 13 equipas.

Em 1958 os Baltimore Colts e os NY Giants jogaram o 26º NFL Championship Game. O jogo ficou conhecido como “The Greatest Game Ever Played” e disputou-se no Yankee Stadium, em New York. Os Baltimore Colts venceram por 23-17 e foi a primeira vez que uma equipa venceu uma final no prolongamento e com a aplicação da regra da morte súbita. Mas o jogo ficou ainda para a história por outro motivo: foi o primeiro jogo de futebol americano transmitido em directo pela televisão para todo o país! Este facto ligado às emoções do próprio jogo e à incerteza do resultado final, trouxeram grande popularidade à NFL, elevando-a definitivamente ao estatuto de maior liga do desporto profissional nos USA.

O Racismo e a NFL

Se hoje muitas das estrelas da NFL provém da enorme colónia de afro-americanos existente nos USA, a verdade é que as coisas nunca foram assim. No início da Liga era muito comum equipas com jogadores de raça negra, asiática e até provenientes de raças nativas dos USA como, por exemplo, o próprio Jim Thorpe que tinha ascendência na tribo dos Sac and Fox, de Oklahoma. Aliás jogadores de ascendência índia eram muito comuns no início dos anos 20, em resultado do excelente trabalho feito pelo Carlisle Indian School. No início da American Professional Football Association, os Oorang Indians eram totalmente compostos por jogadores de etnia índia.

Mas o fim da Carlisle Indian School e da sua equipa de football significou o fecho da Liga de futebol a jogadores de raça negra ou de outras etnias. A partir de 1927, todos os jogadores de raça negra foram expulsos da Liga, sem qualquer motivo ou justificação. Apenas com a ida dos Rams de Cleveland para Los Angeles, em 1950, voltaram a ser vistos jogadores de raça na Liga. Mas foi apenas em 1960, com o aparecimento da American Football League (a AFL) que esta vergonhosa situação terminaria. Sem os preconceitos da NFL, os responsáveis da nova associação permitiram às suas equipas a livre contratação de jogadores, independentemente da sua origem étnica.

Esta situação apenas terminaria em 1962 com a intervenção do Presidente John Kennedy obrigando o dono dos Washington Redskins, George Preston Marshall, a integrar jogadores de cor na sua equipa, até aí exclusivamente constituída por jogadores brancos. Terminou assim e de forma definitiva a discriminação racial no futebol americano.

A AFL e a Fusão com a NFL

Como referimos a AFL nasceu em 1960 e o seu principal impulsionador foi de Lamar Hunt, um magnata dono de equipas de soccer, football e basquetebol. Hunt foi o fundador e dono dos famosíssimos Chicago Bulls.

NFL ao logo dos tempos

A evolução do logo da NFL

A AFL desde logo se afirmou como um sério rival para a NFL, graças ao poderio económico dos donos das 8 equipas que a formaram inicialmente: Boston Patriots (hoje os New England Patriots), Buffalo Bills, Dallas Texans (hoje os Kansas City Chiefs), Denver Broncos, Houston Oilers (hoje os Tennessee Titans), Los Angeles Chargers (hoje San Diego Chargers), New York Titans (hoje designados New York Jets) e os Oakland Raiders. A primeira época regular da AFL teve início em Setembro de 1960 e os primeiros campeões seriam os Houston Oilers que derrotariam os LA Chargers na final do campeonato por 24-16.

Olhada inicialmente com alguma indiferença pelos responsáveis da NFL que a viam como uma Liga secundária, a verdade é que a AFL rapidamente começou a ganhar popularidade e a fazer sombra à sua rival. Mas a verdade é que o maior prestígio da NFL lhe dava condições excepcionais e vantajosas na hora de escolher jogadores vindos das Universidades. Para contrariar essa tendência, os responsáveis da AFL conseguiram, em 1964, um muito lucrativo acordo com a NBC, no valor de 35 milhões de dólares para a transmissão dos jogos da Liga. Esse passo seria essencial para convencer as estrelas vindas do College a olharem com outros olhos para a nova Liga.

E é neste contexto que se dá uma acontecimento que marcaria, de uma vez por todas, o futuro das 2 ligas e do próprio futebol americano profissional. Em Novembro de 1965 decorreram os drafts da NFL e da AFL. Na 1ª ronda, os Kansas City Chiefs (AFL) e os Chicago Bears (NFL) escolheram o mesmo jogador: o RB Gale Sayers, vindo da Universidade do Kansas. Sayers, como era esperado e habitual escolheu os Bears. Seguidamente os NY Jets e os St.Louis Cardinals disputaram o melhor QB vindo da Universidade de Alabama, um tal Joe Namath. Ao contrário do esperado, Namath escolheu os Jets, assinando o maior contrato até à altura oferecido a um rookie: 47.000 dólares e um automóvel!

Equipamento Futebol Americano

Equipamento actual de um jogador de Futebol Americano

Outra figura crucial para a afirmação da AFL foi Al Davies, treinador e manager dos Oakland Raiders que depressa se apercebeu que a única forma de competir com a NFL era contratando os melhores jogadores desta para jogarem na AFL. E essa estratégia incidia particularmente na posição de QB´s, crítica, como sabemos, numa equipa de football. Entre 1966 e 1967, Davis convenceu 7 QB's de equipas da NFL a mudarem-se para equipas da AFL.

Esta rivalidade e disputa entre as 2 ligas, causou, como era de esperar, uma escalada dos salários e custos das equipas, o que não deixava de causar séria apreensão aos respectivos donos das franquias. Em 1966 os responsáveis da NFL solicitaram uma reunião para analisarem a hipótese de fusão das 2 Ligas.

A 8 de Junho de 1966 foi a anunciada a fusão das duas ligas numa única Liga: a nova NFL. A actual NFL.

Da fusão das 2 ligas, resultou a instituição da um único draft e a criação do World Championship Game AFL vs NFL, a ser disputado, no fim da época, entre os vencedores das 2 Ligas: nascia o Super Bowl!

O primeiro Super Bowl, então designado, como referimos, como World Championship Game, foi disputado no Los Angeles Memorial Coliseum, e pôs frente a frente os Green Bay Packers, do mítico treinador Vince Lombardi e os Kansas City Chiefs, e seria ganho pela equipa do Wisconsin por uns claros 35-10.

A fama e o carisma do treinador dos Green Bay Packers (ganharia também o 2º  World Championship Game, desta vez em Miami, frente aos Oakland Raiders, por 33-14) e o impacto que teve no desenvolvimento da liga, levaram a que a NFL o homenageasse, após a sua morte a 3 Setembro de 1970,  dando, nesse mesmo ano, o nome de Vince Lombardi Trophy à taça entregue ao vencedor do Super Bowl.

A NFL hoje!

Com a fusão da AFL e da NFL original as equipas que as constituíam foram integradas em 2 conferências: a AFL, mais tarde designada por AFC e a NFL, que passaria a designar-se por NFC, agrupando as equipas provenientes das 2 ligas rivais. Cada Conferência tinha 2 divisões, East e West. A NFL tinha 15 equipas e a AFL apenas 9.

AFC e NFC

Logos da AFC e NFC

Em 1966 os Atlanta Falcons juntam-se à NFL, sendo integrados, na época seguinte na NFL West.

Em 1967 nova expansão: desta vez os New Orleans Saints juntam-se à NFL East.

Em 1976 foi a vez dos Seattle Seahawks e dos Tampa Bay Buccaneers serem integrados na NFL.

Em 1995, nova expansão, com a entrada dos Carolina Panthers e dos Jacksonville Jaguars.

Em 1996 chegam os Baltimore Ravens. Na verdade a equipa tinha sido “roubada” a Cleveland, depois da compra dos Browns por Art Modell em 1996.

Em 1999 um regresso: os Cleveland Browns! Depois de verem a sua equipa passar para Baltimore, os adeptos de Cleveland conseguiram manter a exclusividade de uso do nome da equipa e retomaram a actividade em 1999.

Por último, em 2002, chegaram os Houston Texans!

32 equipas que fazem hoje as delícias de milhões de fãs em todo o mundo e, cada vez mais também, em Portugal!

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Pedro Nuno Silva

Português. Duriense de nascimento. Tripeiro de coração. Minhoto por adopção. Numa palavra: nortenho. Ou seja, tinha tudo para ser um ignorante sobre futebol americano. Mas a 2 de Fevereiro de 2009 tudo mudou graças a cerca de 2 minutos de um jogo que era até aí um mistério insondável! Os culpados? Todos os jogadores dos Steelers e dos Cardinals. Mas, em particular, Ben Roethlisberger e Santonio Holmes e aquele touchdown a 30 segundos do final do jogo num equilíbrio improvável e que desafiou as leis da física e se pode colocar ao lado de um qualquer volteio do mais virtuoso bailarino do Bolshoi. A paixão pelo jogo cresceu de tal forma que hoje olho à minha volta e acho estranha tanta algazarra por causa das vitórias do F.C.Porto, da nossa seleccção ou das birras do CR7. Definitivamente tornei-me num alien em pleno coração do Alto Minho!

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